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Ramalhão empaca e
cede empate no fim

Fora de casa, equipe do Ramalhão fica no 1 a 1 com o São
José e se mantém três pontos abaixo do G-8 na competição


Derek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

14/03/2013 | 00:30


 

O Santo André pagou o preço do recuo excessivo no fim do jogo e deixou dois pontos escaparem ontem à noite, em São José dos Campos, ao ficar no 1 a 1 com o time da casa. Com um a mais desde os quatro minutos do segundo tempo, o time ramalhino saiu na frente, mas depois do gol sofreu pressão e cedeu a igualdade, que mantém a equipe três pontos abaixo do G-8, agora com 20, contra 23 do São José.

O técnico Arnaldo Lira levou ao campo a escalação e formação que treinou terça-feira, com Rodrigo Heffner na lateral direita, Rogelio e Walter na zaga, Rogério e Elielton na meia defensiva, Ramalho com mais liberdade para criar, ao lado de Sandro, e Luciano Henrique adiantado junto de Gustavo. E a parte defensiva até funcionou bem, mesmo com o São José criando algumas oportunidades.

Na frente, porém, muita dificuldade. Não apenas pelo campo pesado, mas Sandro pouco apareceu e, consequentemente, a bola não chegava a Luciano Henrique e Gustavo. Apesar da liberdade, Ramalho não fez primeiro tempo inspirado.

A primeira oportunidade do jogo foi do São José. Aos dois minutos, Gian levantou da direita, Glauber desviou e Rodrigo Viana defendeu. A resposta andreense veio aos dez. Após boa trama do ataque, Luciano Henrique bateu, mas acabou travado. Aliás, o Ramalhão poderia ter aproveitado o melhor momento na parcial para abrir o placar e teve chance aos 15, com Walter, mas Emerson evitou o gol andreense.

Daí em diante, as melhores oportunidades foram joseenses. Diego Palinha, aos 18, chutou cruzado e parou em Rodrigo Viana. Aliás, o arqueiro ainda marcou presença aos 21, em desvio de cabeça de Rayan.

O nervosismo tomou conta do jogo a partir dos 25 minutos. Divididas fortes, cartões amarelos para Elielton e Rogelio e muita reclamação. Com isso, o ritmo caiu em ambos os lados. E antes do intervalo, a última chance foi do Ramalhão. Aos 41, Elielton cobrou falta de longe e a bola passou rente à trave de Marcelo Pitol.

A segunda etapa começou e muito nervosa. Após diversas discussões e lances mais fortes, Leandrinho, aos quatro minutos, aplicou cotovelada em Rodrigo Heffner em lance no meio campo, e recebeu o cartão vermelho.

Com um a mais, o Santo André passou a ter o domínio da bola e criou chances. Mas Marcelo Pitol tratou de salvar o São José nos chutes de Gustavo e Luciano Henrique. Tocando bem a bola, o time do Grande ABC buscava encontrar espaços para chegar ao gol adversário.

E aos 32, Luciano Henrique deu bela enfiada a William Xavier, que com imensa calma esperou o momento certo para tocar na saída de Marcelo Pitol: 1 a 0. Mas quando mais precisou de calma, o time chamou o São José para cima, levou pressão e pagou o preço. Após cobrança de escanteio e confusão na área, Emerson empurrou às redes e deixou tudo igual.

 

 

William Xavier celebra gol, mas critica apito amigo

Andreense vê irregularidade no lance de empate do S.José

 

 

Sentimentos distintos ao atacante William Xavier após o empate por 1 a 1 entre São José e Santo André, ontem à noite, no Vale do Paraíba, pela Série A-2 do Paulista.

Isso porque o jogador saiu do banco de reservas no segundo tempo, marcou o gol que daria a vitória ao time do Grande ABC, mas a igualdade do time da casa nos minutos finais não irritou o atleta apenas por ver dois pontos fugirem das mãos, mas por uma irregularidade no lance totalmente ignorada pela arbitragem.

“É complicado bater sempre na mesma tecla, mas desta vez não foi por termos perdido gols ou por falhas defensivas que levamos o gol, e, sim, por causa do juiz, do CF51apito amigo/CF. O jogador deles montou em cima do nosso”, atacou William Xavier. “Depois que tomamos o gol, paramos de tocar a bola, buscar o jogo. O time sentiu”, lamentou o jogador.

O atacante esboçou sorriso apenas ao falar sobre o gol que anotou. “Estou feliz por ter marcado, mas amanhã (hoje) já temos de voltar ao trabalho”, destacou ele, já prevendo o compromisso de sábado, em Ribeirão Preto, contra o Comercial, em mais um duelo com um concorrente direto pelo G-8 da Segundona do Estadual.

Os atletas que enfrentaram o São José se reapresentam às 16h para trabalho regenerativo no Estádio Bruno Daniel. Já os suplentes que não foram a campo e os não relacionados enfrentarão a Portuguesa Santista em jogo treino uma hora mais cedo, no mesmo local.

 

Arnaldo Lira lamenta igualdade e perda de dois pontos

"O São José não ganhou um ponto, nós é que perdemos dois”. Desta forma o técnico Arnaldo Lira definiu o empate por 1 a 1 do Santo André ontem à noite. E o comandante ramalhino foi além, ao lamentar o tento sofrido no fim da partida, mesmo com um atleta a mais.

“O mais difícil é levar um gol besta de escanteio, praticamente aos 45 minutos do segundo tempo. É preciso estar mais atento e focado para que não deixe situações como essas acontecerem”, definiu. “O São José não criou jogada para empatar. Só conseguiu escanteio e mandou todo mundo para a área. Para o Santo André era marcar cada um o seu, pegar a bola e esperar acabar o jogo”, completou.

Segundo ele, após o jogo não falou em tom de cobrança com os jogadores. Preferiu deixar o bate-papo para hoje. “Quando acaba a partida não é momento de conversar. Todos ainda estão na adrenalina, chateados. Com calma, amanhã (hoje) falamos” determinou.

 



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Ramalhão empaca e
cede empate no fim

Fora de casa, equipe do Ramalhão fica no 1 a 1 com o São
José e se mantém três pontos abaixo do G-8 na competição

Derek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

14/03/2013 | 00:30


 

O Santo André pagou o preço do recuo excessivo no fim do jogo e deixou dois pontos escaparem ontem à noite, em São José dos Campos, ao ficar no 1 a 1 com o time da casa. Com um a mais desde os quatro minutos do segundo tempo, o time ramalhino saiu na frente, mas depois do gol sofreu pressão e cedeu a igualdade, que mantém a equipe três pontos abaixo do G-8, agora com 20, contra 23 do São José.

O técnico Arnaldo Lira levou ao campo a escalação e formação que treinou terça-feira, com Rodrigo Heffner na lateral direita, Rogelio e Walter na zaga, Rogério e Elielton na meia defensiva, Ramalho com mais liberdade para criar, ao lado de Sandro, e Luciano Henrique adiantado junto de Gustavo. E a parte defensiva até funcionou bem, mesmo com o São José criando algumas oportunidades.

Na frente, porém, muita dificuldade. Não apenas pelo campo pesado, mas Sandro pouco apareceu e, consequentemente, a bola não chegava a Luciano Henrique e Gustavo. Apesar da liberdade, Ramalho não fez primeiro tempo inspirado.

A primeira oportunidade do jogo foi do São José. Aos dois minutos, Gian levantou da direita, Glauber desviou e Rodrigo Viana defendeu. A resposta andreense veio aos dez. Após boa trama do ataque, Luciano Henrique bateu, mas acabou travado. Aliás, o Ramalhão poderia ter aproveitado o melhor momento na parcial para abrir o placar e teve chance aos 15, com Walter, mas Emerson evitou o gol andreense.

Daí em diante, as melhores oportunidades foram joseenses. Diego Palinha, aos 18, chutou cruzado e parou em Rodrigo Viana. Aliás, o arqueiro ainda marcou presença aos 21, em desvio de cabeça de Rayan.

O nervosismo tomou conta do jogo a partir dos 25 minutos. Divididas fortes, cartões amarelos para Elielton e Rogelio e muita reclamação. Com isso, o ritmo caiu em ambos os lados. E antes do intervalo, a última chance foi do Ramalhão. Aos 41, Elielton cobrou falta de longe e a bola passou rente à trave de Marcelo Pitol.

A segunda etapa começou e muito nervosa. Após diversas discussões e lances mais fortes, Leandrinho, aos quatro minutos, aplicou cotovelada em Rodrigo Heffner em lance no meio campo, e recebeu o cartão vermelho.

Com um a mais, o Santo André passou a ter o domínio da bola e criou chances. Mas Marcelo Pitol tratou de salvar o São José nos chutes de Gustavo e Luciano Henrique. Tocando bem a bola, o time do Grande ABC buscava encontrar espaços para chegar ao gol adversário.

E aos 32, Luciano Henrique deu bela enfiada a William Xavier, que com imensa calma esperou o momento certo para tocar na saída de Marcelo Pitol: 1 a 0. Mas quando mais precisou de calma, o time chamou o São José para cima, levou pressão e pagou o preço. Após cobrança de escanteio e confusão na área, Emerson empurrou às redes e deixou tudo igual.

 

 

William Xavier celebra gol, mas critica apito amigo

Andreense vê irregularidade no lance de empate do S.José

 

 

Sentimentos distintos ao atacante William Xavier após o empate por 1 a 1 entre São José e Santo André, ontem à noite, no Vale do Paraíba, pela Série A-2 do Paulista.

Isso porque o jogador saiu do banco de reservas no segundo tempo, marcou o gol que daria a vitória ao time do Grande ABC, mas a igualdade do time da casa nos minutos finais não irritou o atleta apenas por ver dois pontos fugirem das mãos, mas por uma irregularidade no lance totalmente ignorada pela arbitragem.

“É complicado bater sempre na mesma tecla, mas desta vez não foi por termos perdido gols ou por falhas defensivas que levamos o gol, e, sim, por causa do juiz, do CF51apito amigo/CF. O jogador deles montou em cima do nosso”, atacou William Xavier. “Depois que tomamos o gol, paramos de tocar a bola, buscar o jogo. O time sentiu”, lamentou o jogador.

O atacante esboçou sorriso apenas ao falar sobre o gol que anotou. “Estou feliz por ter marcado, mas amanhã (hoje) já temos de voltar ao trabalho”, destacou ele, já prevendo o compromisso de sábado, em Ribeirão Preto, contra o Comercial, em mais um duelo com um concorrente direto pelo G-8 da Segundona do Estadual.

Os atletas que enfrentaram o São José se reapresentam às 16h para trabalho regenerativo no Estádio Bruno Daniel. Já os suplentes que não foram a campo e os não relacionados enfrentarão a Portuguesa Santista em jogo treino uma hora mais cedo, no mesmo local.

 

Arnaldo Lira lamenta igualdade e perda de dois pontos

"O São José não ganhou um ponto, nós é que perdemos dois”. Desta forma o técnico Arnaldo Lira definiu o empate por 1 a 1 do Santo André ontem à noite. E o comandante ramalhino foi além, ao lamentar o tento sofrido no fim da partida, mesmo com um atleta a mais.

“O mais difícil é levar um gol besta de escanteio, praticamente aos 45 minutos do segundo tempo. É preciso estar mais atento e focado para que não deixe situações como essas acontecerem”, definiu. “O São José não criou jogada para empatar. Só conseguiu escanteio e mandou todo mundo para a área. Para o Santo André era marcar cada um o seu, pegar a bola e esperar acabar o jogo”, completou.

Segundo ele, após o jogo não falou em tom de cobrança com os jogadores. Preferiu deixar o bate-papo para hoje. “Quando acaba a partida não é momento de conversar. Todos ainda estão na adrenalina, chateados. Com calma, amanhã (hoje) falamos” determinou.

 

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