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Santo André se esforça para
resgatar a família Ramalhão


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

13/07/2011 | 07:14


Na base de repetição das receitas que deram certo e para acabar com os erros que derrubaram o time para a Série C do Campeonato Brasileiro e A-2 do Paulista, o técnico Sandro Gaúcho tenta resgatar um elemento de seus tempos de jogador do Ramalhão para incorporar ao atual elenco: formar um ambiente familiar. E tal fórmula foi alcançada durante a pré-temporada do time em Patrocínio-MG, de acordo com o treinador.

O grupo que conquistou a Copa do Brasil de 2004, com Sandro Gaúcho como referência no ataque, é um bom exemplo disso. O atual treinador, ao lado de Romerito, Ramalho, Sérgio Soares, Da Guia e Júlio César, eram os principais líderes, mas nem por isso outros como Gabriel, Alex Bruno, Elvis, Dirceu, Osmar, Júnior Costa e Makanaki sentiam-se diminuídos.

Pelo contrário. Era realmente uma família, que depois foi ligeiramente repetida no vice-paulista de 2010 com Bruno César, Branquinho, Alê, Gil, Cicinho, Cesinha, Rodriguinho, Rômulo, mas em um nível menos elevado.

"Não tinha isso por aqui há muito tempo. Todos estão unidos, participando dos problemas uns dos outros. Extra campo são como uma família, orientando, conversando, trazendo esse lado de união e determinação para o grupo. Foi esse até o motivo de nossa saída para Patrocínio. O time ficou em uma república, todos próximos, convivendo juntos", afirmou. "Estou satisfeito com o trabalho. Todos têm se empenhado, se dedicado e comprometidos em todos os aspectos, tanto dentro quanto fora do campo. Nossa estada em Patrocínio foi muito boa. Estamos impondo uma filosofia de trabalho muito importante", declarou.

De acordo com Sandro Gaúcho, um fato marcou a concentração em Minas Gerais. "Quando o William fez o gol (no primeiro amistoso contra o Araxá-MG), foi aplaudido por aqueles jogadores que estavam na arquibancada e depois no vestiário por todos. Estamos criando um grupo, um elenco, e não apenas 11 camisas", explicou o treinador.

Os próprios jogadores, que antes da viagem admitiram não gostar de ficar tanto tempo concentrados, voltaram com outra visão dos 16 dias em Patrocínio. "Pré-temporada é isso. Começamos a nos conhecer mais do que se fosse aqui (em Santo André). Lá formou uma família, um gostando do outro. Não tem vaidades, deu para ver isso", afirmou o zagueiro Sandoval.

Na visão do recém-chegado lateral-direito Alemão, a ida para a longínqua cidade mineira (cerca de oito horas e meia distante do Grande ABC) era vista com precaução, Mas bem como Sandoval, no fim das contas a conclusão da estada foi outra. "O desconhecido gera um pouco de medo, mas foi melhor do que todos imaginavam. Ficamos mais juntos, conseguimos conhecer cada um, discernir o limite de cada um nas brincadeiras, forma de falar... Isso é muito importante", concluiu.



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Santo André se esforça para
resgatar a família Ramalhão

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

13/07/2011 | 07:14


Na base de repetição das receitas que deram certo e para acabar com os erros que derrubaram o time para a Série C do Campeonato Brasileiro e A-2 do Paulista, o técnico Sandro Gaúcho tenta resgatar um elemento de seus tempos de jogador do Ramalhão para incorporar ao atual elenco: formar um ambiente familiar. E tal fórmula foi alcançada durante a pré-temporada do time em Patrocínio-MG, de acordo com o treinador.

O grupo que conquistou a Copa do Brasil de 2004, com Sandro Gaúcho como referência no ataque, é um bom exemplo disso. O atual treinador, ao lado de Romerito, Ramalho, Sérgio Soares, Da Guia e Júlio César, eram os principais líderes, mas nem por isso outros como Gabriel, Alex Bruno, Elvis, Dirceu, Osmar, Júnior Costa e Makanaki sentiam-se diminuídos.

Pelo contrário. Era realmente uma família, que depois foi ligeiramente repetida no vice-paulista de 2010 com Bruno César, Branquinho, Alê, Gil, Cicinho, Cesinha, Rodriguinho, Rômulo, mas em um nível menos elevado.

"Não tinha isso por aqui há muito tempo. Todos estão unidos, participando dos problemas uns dos outros. Extra campo são como uma família, orientando, conversando, trazendo esse lado de união e determinação para o grupo. Foi esse até o motivo de nossa saída para Patrocínio. O time ficou em uma república, todos próximos, convivendo juntos", afirmou. "Estou satisfeito com o trabalho. Todos têm se empenhado, se dedicado e comprometidos em todos os aspectos, tanto dentro quanto fora do campo. Nossa estada em Patrocínio foi muito boa. Estamos impondo uma filosofia de trabalho muito importante", declarou.

De acordo com Sandro Gaúcho, um fato marcou a concentração em Minas Gerais. "Quando o William fez o gol (no primeiro amistoso contra o Araxá-MG), foi aplaudido por aqueles jogadores que estavam na arquibancada e depois no vestiário por todos. Estamos criando um grupo, um elenco, e não apenas 11 camisas", explicou o treinador.

Os próprios jogadores, que antes da viagem admitiram não gostar de ficar tanto tempo concentrados, voltaram com outra visão dos 16 dias em Patrocínio. "Pré-temporada é isso. Começamos a nos conhecer mais do que se fosse aqui (em Santo André). Lá formou uma família, um gostando do outro. Não tem vaidades, deu para ver isso", afirmou o zagueiro Sandoval.

Na visão do recém-chegado lateral-direito Alemão, a ida para a longínqua cidade mineira (cerca de oito horas e meia distante do Grande ABC) era vista com precaução, Mas bem como Sandoval, no fim das contas a conclusão da estada foi outra. "O desconhecido gera um pouco de medo, mas foi melhor do que todos imaginavam. Ficamos mais juntos, conseguimos conhecer cada um, discernir o limite de cada um nas brincadeiras, forma de falar... Isso é muito importante", concluiu.

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