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Cinema do Grande ABC aposta na Disney


Cássio Gomes Neves
Do Diário do Grande ABC

14/06/2003 | 19:26


As férias escolares despontam no horizonte e é a folga dos guris que visa o Extra Anchieta, em São Bernardo, ao repor sua programação com produções infantis. A sala, de bandeira Cinemark, recorreu a atrações da Disney que estão fora de cartaz há pouco tempo e, à exceção de Monstros S.A. (2001), são filmes de repercussão acanhada do estúdio do tio Walt – nada a ver com os estrondosos O Rei Leão (1994) e Branca de Neve e os Sete Anões (1937), por exemplo.

Não é ocasional o sucesso de Monstros S.A.. É produto da grife Pixar, a afiliada da Disney especializada em animação digital e da qual já saíram desenhos ótimos na linha Toy Story e Vida de Inseto. A volta de Monstros S.A. a São Bernardo prepara os ânimos para o lançamento no Brasil (4 de julho) de Procurando Nemo, obra nova da Pixar protagonizada por peixes e frutos do mar.

O “sociedade anônima” abreviado do título refere-se a uma companhia que fornece energia a Monstrópolis, cidade escondida atrás da porta dos armários de cada quarto de criança. A fonte dessa energia é o medo infantil, recolhido por monstros-funcionários. Entre estes está Sulley, um gigante peludo que é recordista na geração de força da empresa. Uma crise de energia e a chegada de uma menina humana – proibida na cidade – estão no pacote de Monstros S.A.

Dos outros filmes Disney, constam duas seqüências que não fazem jus a seus antecessores. Peter Pan – De Volta à Terra do Nunca retoma os personagens do original de 1953, vindos da ficção de J.M. Barrie, e Mogli – O Menino Lobo 2 dá prosseguimento à adaptação feita em 1967 por Disney a partir de Rudyard Kipling. Por fim, o fiasco Planeta do Tesouro, uma tentativa de diálogo entre o século XXI e a obra de Robert Louis Stevenson.



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Cinema do Grande ABC aposta na Disney

Cássio Gomes Neves
Do Diário do Grande ABC

14/06/2003 | 19:26


As férias escolares despontam no horizonte e é a folga dos guris que visa o Extra Anchieta, em São Bernardo, ao repor sua programação com produções infantis. A sala, de bandeira Cinemark, recorreu a atrações da Disney que estão fora de cartaz há pouco tempo e, à exceção de Monstros S.A. (2001), são filmes de repercussão acanhada do estúdio do tio Walt – nada a ver com os estrondosos O Rei Leão (1994) e Branca de Neve e os Sete Anões (1937), por exemplo.

Não é ocasional o sucesso de Monstros S.A.. É produto da grife Pixar, a afiliada da Disney especializada em animação digital e da qual já saíram desenhos ótimos na linha Toy Story e Vida de Inseto. A volta de Monstros S.A. a São Bernardo prepara os ânimos para o lançamento no Brasil (4 de julho) de Procurando Nemo, obra nova da Pixar protagonizada por peixes e frutos do mar.

O “sociedade anônima” abreviado do título refere-se a uma companhia que fornece energia a Monstrópolis, cidade escondida atrás da porta dos armários de cada quarto de criança. A fonte dessa energia é o medo infantil, recolhido por monstros-funcionários. Entre estes está Sulley, um gigante peludo que é recordista na geração de força da empresa. Uma crise de energia e a chegada de uma menina humana – proibida na cidade – estão no pacote de Monstros S.A.

Dos outros filmes Disney, constam duas seqüências que não fazem jus a seus antecessores. Peter Pan – De Volta à Terra do Nunca retoma os personagens do original de 1953, vindos da ficção de J.M. Barrie, e Mogli – O Menino Lobo 2 dá prosseguimento à adaptação feita em 1967 por Disney a partir de Rudyard Kipling. Por fim, o fiasco Planeta do Tesouro, uma tentativa de diálogo entre o século XXI e a obra de Robert Louis Stevenson.

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