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China estuda suprimir tarifa preferencial para empresas estrangeiras


Da AFP

24/12/2006 | 11:23


O comitê permanente da Assembléia Nacional Popular da China iniciou neste domingo o exame do projeto de lei para unificar o imposto cobrado de empresas chinesas e estrangeiras, o que suprimirá a tarifa preferencial sobre estas últimas, noticiou a agência Nova China.

Este projeto pretende impor uma tarifa única de 25% e acabar com o critério duplo, que agora supõe uma média de 24% para as companhias chinesas e de 14% para as sociedades de capitais estrangeiros.

Ao abrir a sessão do Comitê Permanente, o ministro da Economia, Jin Renqing, explicou que a harmonização do imposto favorecerá uma concorrência leal, acrescentou a agência oficial.

As autoridades chinesas começaram a adotar na década de 80, quando iniciaram a abertura econômica, uma política preferencial para atrair capitais e tecnologia estrangeiros.

Estas regras diferentes entre companhias nacionais e estrangeiras se confirmaram na década de 90, mas há vários anos são objeto de um intenso debate para seu ingresso na OMC (Organização Mundial do Comércio), sem comprometer as condições da concorrência.



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China estuda suprimir tarifa preferencial para empresas estrangeiras

Da AFP

24/12/2006 | 11:23


O comitê permanente da Assembléia Nacional Popular da China iniciou neste domingo o exame do projeto de lei para unificar o imposto cobrado de empresas chinesas e estrangeiras, o que suprimirá a tarifa preferencial sobre estas últimas, noticiou a agência Nova China.

Este projeto pretende impor uma tarifa única de 25% e acabar com o critério duplo, que agora supõe uma média de 24% para as companhias chinesas e de 14% para as sociedades de capitais estrangeiros.

Ao abrir a sessão do Comitê Permanente, o ministro da Economia, Jin Renqing, explicou que a harmonização do imposto favorecerá uma concorrência leal, acrescentou a agência oficial.

As autoridades chinesas começaram a adotar na década de 80, quando iniciaram a abertura econômica, uma política preferencial para atrair capitais e tecnologia estrangeiros.

Estas regras diferentes entre companhias nacionais e estrangeiras se confirmaram na década de 90, mas há vários anos são objeto de um intenso debate para seu ingresso na OMC (Organização Mundial do Comércio), sem comprometer as condições da concorrência.

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