Palavra do Leitor Titulo Em 70 países

Cuidados paliativos e a questão da Saúde pública

Em outubro, celebra-se o mês de cuidados paliativos, data criada pela associação inglesa Help the Hospices

27/10/2013 | 08:15
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 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Artigo

Em outubro, celebra-se o mês de cuidados paliativos, data criada pela associação inglesa Help the Hospices. Todos os anos, em aproximadamente 70 países, são realizadas atividades com o propósito de destacar a data, que incluem variadas campanhas públicas de sensibilização.

Torna-se cada vez mais importante conscientizar a população de que os cuidados paliativos são a chave para que o paciente em estágio terminal de uma doença tenha qualidade de vida melhor, assim como sua família.

DGABC

No caso do câncer, apesar de a possibilidade de cura ser alta, é preciso levar em conta que, no decorrer do tratamento, a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia podem não ter mais indicação ou deixar de fazer efeito. Assim, muitos pacientes convivem com a doença fazendo controle dos sintomas físicos e tendo suporte nas questões psicossociais, por meio de abordagem especializada em cuidados paliativos.

Os centros ou serviços que prestam cuidados paliativos, quando conseguem aliar as necessidades de um hospital à hospitalidade, ambiência e a disponibilidade de tempo de uma casa, chamam-se hospices. Mais do que local específico, é um conceito e uma filosofia que preparam a família para receber paciente na fase final da doença. O objetivo é manter o paciente em casa, sem hospitalização, levá-lo para o contato com a família para dar mais qualidade à sua vida.

A Organização Nacional de Hospice e Cuidados Paliativos, dos Estados Unidos, estima que, em 2011, das 2,513 milhões de mortes no país, 1,059 milhão ocorreu em ambientes de hospice, o que equivale a 44,6% do total de mortes. É número considerável. A orientação da OMS (Organização Mundial da Saúde) é de ter cuidados paliativos como estratégia de ação em sistemas nacionais de Saúde.

A Fundação do Câncer está trabalhando no projeto de construção de um hospice, num terreno em Vargem Pequena, no Rio de Janeiro. A estimativa é de atender a 800 pacientes anualmente e, com o apoio e assistência a suas famílias, esse número pode ser triplicado. A intenção é receber pacientes do SUS e, por isso, estamos em negociações com o poder público.

Esperamos contribuir para que pacientes sem possibilidade de cura possam ter fim de vida digno, num ambiente cujo projeto arquitetônico privilegie o descanso, o acolhimento e ofereça atmosfera de serenidade, com jardins, mobiliário confortável, música e vista prazerosa. E contribuir também como inspiração para a construção de outras unidades de hospices no Estado e no País.

Marcos Moraes é presidente do Conselho de Curadores da Fundação do Câncer.

Palavra do Leitor

Para quê tanto?

Há quem diga que no Brasil deveriam ter 200 milhões de partidos, um para cada habitante. Mas o excesso nada representa e causa confusão na hora de votar. O TSE sabe disso, e procura maneirar a forma como trata das coisas políticas do País. Devemos sim eleger representantes que façam boas coisas pela Nação, principalmente na Saúde e Educação. A presidente Dilma Rousseff diz que faz, no entanto, o povo se queixa. A duas áreas deveriam ser prioridade, visto que o povo é pobre, e se o povo é pobre, o País também! Portanto, sem necessidade de tantos partidos.

Edson Rodrigues

Santo André

Água Santa

Gostaria de parabenizar o Água Santa, de Diadema, pelo acesso à Série A-3 do Campeonato Paulista neste ano, principalmente à torcida, que sempre está ao lado do time. Que venham o título da Segunda Divisão, hoje, e outros acessos. Parabéns e sucesso.

Paulo Cesar de Resende

São Bernardo

Algo errado

Lemos acerca do trágico nível no qual se encontra a Educação brasileira, com o sistema de Saúde na UTI e nossa economia numa constante corda bamba. Porém, a pesquisa do Ibope aponta que Dilma venceria no primeiro turno com folga. Alguma coisa está fora da ordem!

Maria Elisa amaral

Capital

Cadê a grana?

Senhor secretário de Obras de Santo André, gostaria que viesse a público para dizer aonde são aplicados os proventos da parcela do IPVA que a Prefeitura recebe do Estado, das multas e dos impostos? Pois andar pela cidade está quase impossível! Existem tantos buracos que não se consegue desviar de um sem cair em outro. Além do que, quando as raras vezes que a empresa terceirizada tapa algum buraco, no outro dia já está novamente aberto. O serviço é tão ruim que não dura nada, e nem começou o período de chuvas. A quem devo recorrer quanto ao pneu e suspenção danificados pelas crateras, pois sempre paguei em dia meus impostos e tributos, para que tenhamos a cidade melhor?

José Amâncio

Santo André

Cartão rotativo

Estive em São Bernardo para consulta médica. Estacionei o veículo na Rua Banda e aguardei o agente do rotativo por ser área de Zona Azul. Após 20 minutos esperando o agente, procurei posto de venda e a informação foi de que o agente que vendia os talões foi assaltado, e por esse motivo os postos de venda teriam que fazer o pagamento em boleto bancário, sendo que é inviável para o comerciante se deslocar até a agência bancária para pagar e, por isso, eles deixaram de comercializar o cartão rotativo. Mediante este impasse, a população é que sofre. A solução seria mais agentes para vender os cartões rotativos.

Layr de Castro

São Bernardo

Transferida

Dia 18, Dia do Médico, após dar palestra maravilhosa na quinta-feira no Teatro Santos Dumond, em São Caetano, sobre o Outubro Rosa e o câncer de mama, a doutora Silvia Cristina Petrelli foi destituída do cargo de coordenadora do Caism (Centro de Assistência Integral à Saúde da Mulher) e transferida de forma injusta para o Hospital Maria Braido. E seu projeto social de artesanato para mulheres com câncer foi misteriosamente suspenso. As mulheres do bairro Fundação estão fazendo abaixo-assinado para o regresso da doutora, reconhecendo toda a melhora que proporcionou ao Caism. Ela apresenta programa sobre assuntos de mulher na web de forma gratuita para amorosamente divulgar a informação sobre a saúde da mulher. Doutora Silvia precisa continuar fazendo esse trabalho maravilhoso.

Luana Domingues Corniani

São Caetano




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