Cultura & Lazer Titulo Música

Stone Sour em
alto e bom som

Banda norte-americana ganha espaço no cenário
roqueiro e lança 'House Of Gold & Bones Part 1'

Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC
24/06/2013 | 07:00
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E a história continua. A banda norte-americana de rock Stone Sour dá sequência à saga que começou no ano passado com o lançamento do álbum 'House Of Gold & Bones Part 1' e tira do forno agora o disco 'House of Gold & Bones Part 2' (Warner Music, R$ 36,90 em média).
Juntos, os discos formam trabalho conceito idealizado pelo cantor e compositor Corey Taylor, que também faz frente à banda Slipknot. Além de Taylor, o conjunto conta com James Root (guitarra) – também conhecido por seu trabalho com o Slipnknot –, Josh Rand (guitarra) e Roy Mayorga (bateria), além da participação especial do contrabaixista Rachel Bolan, do Skid Row.
De acordo com Josh Rand, a ideia de fazer esse discos surgiu há alguns anos por meio do cantor. Ele conta que esse é realmente um trabalho em grupo. “Nós quatro nos reunimos no estúdio por algumas semanas. Dois meses depois começamos a gravar. Registramos tudo muito rápido”, conta ele em entrevista ao Díario.
“Nós gravamos 24 faixas em três meses. Foi muito rápido. Ficamos muito focados. Nós queríamos fazer esses discos. É diferente, quando você grava por algumas horas e para de quando você realmente se propõe a fazer algo assim. Queríamos fazer os dois álbuns de uma vez”, afirma.
A obra, quinta da discografia, abre ao som do piano acompanhado pela bela voz de Taylor com a faixa 'Red City', que fala de personagem que não espera mais nada da vida.
'House of Gold & Bones Part 2' brilha, é rico em arranjos musicais. Ele tem sonoridade mais agressiva que seu antecessor, prova disso está no single 'Do Me a Favour'. Mas não é só de riffs de guitarra grandiosos e pesados, caso de 'Black John', que o disco é feito. Momentos como o de 'Sadist' dão brilho e trazem à obra mistura de calmaria e momentos de extrema agressividade. Tudo muito bem colocado e pensado.
“Nós temos nossos momentos pesados e também os mais lentos”, diz o guitarrista. Ele conta que “como todos na banda fazem as músicas de diferentes formas e com estilos diferentes, uma música nunca fica parecida com a outra”.

O mais interessante: Stone Sour tem ganhado, principalmente com esses discos, mais destaque no cenário do que as bandas principais de seus músicos. 

DGABC



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