O rodízio foi implantado por precaução diante dos sinais de estiagem na região metropolitana. O reservatório de Pirapama, principal manancial e usado como referência, estava com um nível muito baixo e havia o temor de um colapso: tinha 19% da sua capacidade no final de fevereiro, quando se implantou o racionamento, e chegou a 13% no final de março. "Foi a menor vazão dos últimos 30 anos", afirmou Campos. Hoje é de 42%, com previsão de alcançar sua capacidade total até agosto, quando termina o ciclo chuvoso na área metropolitana.
O consumo da área afetada pelo racionamento é de 10 mil litros por segundo. Passou para 7.060 litros por segundo no período de rodízio e agora retorna aos 10 mil/s. Segundo o governador, a previsão era de fazer um balanço da situação no final deste mês para avaliar a possibilidade de encerrar o rodízio de 20 horas por 28 horas. Com as chuvas do dia 17 - em um dia choveu 145% da média histórica do mês de maio - foi possível encerrar o racionamento. "Com segurança técnica", garantiu.
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