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O jovem de 21 anos se identificou como "guerrilheiro Bonner". Ele adotou esse nome porque leu o livro de um jornalista brasileiro. "Eu tinha que colocar um nome, me disseram que nome mais feio, mas ele já estava dado", explicou.
'Bonner' disse que acompanhou 'Negro Acacio' (comandante da frente 16 das Farc, cujo nome verdadeiro é Tomás Medina) nos encontros que o líder da guerrilha teve com Beira-Mar.
"Eles falavam principalmente de negócios. De troca de armas por cocaína. 'Fernandinho' nos trazia armas, fuzis AR-15, R-3, Galil". Segundo 'Bonner', essa relação comercial durou três anos, até o traficante brasileiro ser detido.
Ele afirmou que chegaram a trocar "quinhentos, mil e até 3 mil quilos de cocaína".
'Bonner' contou ainda que o 'Negro Acacio' era "amigo" de Beira-Mar. "Fernandinho era quem nos ajudava, ele nos ajudava a conseguir muitas coisas que não tínhamos na guerrilha, por isso foi muito difícil para a gente quando ele foi preso".
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