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Palavra do Leitor

Publicado em domingo, 25 de dezembro de 2011 às 00:00 Histórico

Um exercício diário

Artigo

O ano de 2011 está terminando. É natural que nesta época façamos balanços e rascunhemos os planos futuros. Acredito, no entanto, que ambos os movimentos não devam estar restritos aos estertores dos 12 meses que encerram o ciclo anual. Para mim, tais ações devem ser muito mais frequentes. Santo Agostinho assim aconselhou: que ao fim de cada dia passássemos em revista tudo o que fizemos, em todas as áreas de nossa vida. Hábito familiar, aplico e estendo tais sábias palavras ao dia a dia que vivo como prefeito e as repasso a meus colaboradores. Faço diariamente balanço das ações administrativas de meu governo e me esforço muito para encontrar caminhos cada vez melhores na condução das políticas públicas em São Caetano.

Obviamente, nem sempre é possível rever passo a passo cada ação administrativa. No entanto, é muito produtivo analisar as questões sob o ponto de vista macro. E asseguro a você, caro leitor, que há muito tempo a área Social é a que vem ocupando mais meus períodos de reflexão e de planejamento. E, graças a Deus e ao esforço conjugado de nossa equipe, estamos conseguindo transformar todo esse planejamento em ações práticas. Conseguimos mudar a vida de muitas famílias com o Profamília, com a ampliação e modernização da Saúde e com o salto gigantesco na qualidade da Educação, para citar apenas algumas áreas.

Obviamente fomos afetados pela crise, mas ainda assim conseguimos aferir crescimento, conduzindo com rigor a máquina pública. O morador de São Caetano sabe, e sente em seu dia a dia, o quanto tem significado o desenvolvimento econômico, principalmente na forma de empregos, para nossa cidade. Lutei, como prefeito, para oferecer qualificação profissional para que nossos jovens ocupassem tais vagas. E, obviamente, para atrair tais investimentos para São Caetano mediante incentivos. E até o fim de meu mandato ainda tomarei outras medidas para tornar São Caetano ainda mais atrativa para a chegada de novos investimentos.

Mas o que mais me deixa em paz é andar por São Caetano e sentir o efeito de tudo isso. Ouvir dos moradores o quão felizes se sentem em morar no município, e o quanto estão satisfeitos com a condução que estamos dando à frente da Prefeitura. Nesta época do ano faço questão de reforçar meus pensamentos em Jesus Cristo. E desejar a cada um dos moradores de nossa cidade os mais sinceros votos de Feliz Natal e de um 2012 repleto de realizações e paz.

José Auricchio Júnior é médico e prefeito de São Caetano.

Palavra do leitor

Boas Festas
O Diário recebe e retribui votos de Boas Festas a Rede Globo; FPT Industrial; Arthur Luiz; Mikitech.com; Carlos Wong; Nina Marciano Comunicações; Carolina Ramalho Gallo; Ademir Gonçalves; XComunicação; Claudio Ferreira Planejamento e Estratégia; Angela Ruiz; Clima Tempo; Voss Consultoria e Treinamento Empresarial; Agência Espaço Publicidade; deputado federal Antonio Imbassahy; Equipe Escritório Beire Simões Advogados; Grupo Baby Beef; Edson Conti; TV ABCD; ONU Mulheres Brasil e Cone Sul; Ourofino Agronegócio; Emirates e Equipe; Vera Moreira Comunicação; Almeida Advogados; Magoweb - Marketing Digital e Soluções para Internet; Elísio Peixoto; Sociedade Cultural ABC - Bunka Kyokai Santo André; Estilo Press; Euracy Campos; Alessandra Sabbag; Roberta Dias; Erika Apolinário; Thiago Petrin; Próspera Comunicação; TextoAll Comunicação; Lídia de Santana; Laura Oliveira; Evelyn Rodrigues; Wagner Roque; Carla Mourão; Marina de Abreu Sodré; CI; Blue Public Relations.

Natal
Com o passar dos anos os verdadeiros significado e sentido do Natal têm sido esquecidos e até menosprezados. Precisamos nos lembrar de que a palavra de Deus nos dá fundamento para entendermos um pouco desse momento tão especial de nossa história. O mais importante é o que o nome Jesus pode significar na transformação de caráter na vida do ser humano. Pois Ele é o verdadeiro significado, sentido e motivo do nosso Natal. Aproveito para desejar a todos um Natal abençoado. De tudo que se puder lembrar, lembre-se que Deus ama cada um de nós, especialmente.
Rosangela Caris
Mauá

Acisa
Quero agradecer à Associação Comercial e Industrial de Santo André pelo Espetáculo de Natal. Deixaram as crianças cantar pelo menos um pouco, pois no ano passado fizeram só mímicas, como se não soubessem cantar nem falar. Faço um apelo aos dirigentes dessa apresentação: ensaiem bem as crianças, e deixem-nas cantar, afinal este espetáculo pertence a elas. No mais estava tudo muito bonito. Parabéns!
Aparecida Araújo
Santo André

Diadema
Tenho utilizado diariamente o corredor ABD e, invariavelmente, encontro grande número de caminhões estacionados no leito carroçável, ocupando uma das faixas de rolamento da referida via. Lamentável é encontrar diariamente os agentes de trânsitos, os marronzinhos, anotando números de ocupantes por veículo, visando embasar pesquisa! E aos caminhões, estacionados por dias e dias, nada acontece? Há o absurdo de motoristas que descartam os ‘cavalos' e deixam as carretas tranquilamente estacionadas na referida avenida. Será que ‘corre' algum ‘esquema' em troca do benefício? Realmente está muito estranho!
Dercival Pereira Cunha Filho
São Bernardo

Sinaleiros
Grande trabalho o dos marronzinhos e amarelinhos de Santo André. Eles ficam nos semáforos e, quando o fluxo de carros é grande, ou acontece algo que trava o trânsito, apitam no semáforo verde para que os veículos sigam, e no vermelho, para que parem! Para quê o farol, então? Isso é gostar de ser inútil. Agora, para multar são supereficientes.
Gustavo H. Marinheiro
Santo André

Lei da palmada
Ao que parece, estamos caminhado para vitoriosa e indiscutível forma de ‘educar nossos filhos', que é a de proteger, por decreto, as crianças em relação aos pais que o fazem através de agressões físicas. Num passado poderíamos até compreender tais agressões como instrumento de correção e doutrina, isso em razão de não existir informação inerente para aqueles que só encontravam nas palmadas, castigos severos e psicológicos, forma inequívoca de passar bons ensinamentos. Porém, nos dias de hoje essas informações jorram por imenso manancial de conhecimentos qualitativos. Até porque se ‘palmadas de amor' educassem sem efeitos colaterais e nocivos, não haveria lágrimas daqueles que a recebem. Pois, quando um pai ou mãe opta pela agressão, está, subtextualmente, agredindo sua própria ausência de sensibilidade e incompetência de amar, verdadeiramente, seu filho. Uma reflexão aos que acreditam na imposição da violência: se teu filho nascesse sem braços ou pernas, você agiria dessa maneira?
Cecél Garcia
Santo André



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