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Explorando o Egito Antigo

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Uma das grandes mudanças presentes em Assassin’s Creed: Origins está nos momentos de combates


Luis Felipe Soares
Diário do Grande ABC

05/11/2017 | 07:00


A viagem de Assassin’s Creed por épocas e cenários a serem explorados continua. Os gamers já tiveram em mãos aventuras nas antigas cruzadas, no meio da Itália Renascentista, nos conflitos das revoluções norte-americana, francesa e russa, entre a era dos piratas na América Central e nos caminhos da China Imperial, entre outros enredos que serviram de inspiração para a equipe da desenvolvedora europeia Ubisoft. Um novo capítulo histórico envolvendo o eterno duelo entre o credo dos Assassinos e dos lendários Templários acaba de ser entregue aos fãs. Trata-se de Assassin’s Creed: Origins, disponível para PlayStation 4 (R$ 249,90, em média), Xbox One (R$ 249,90, em média) e PC (R$ 159,99, em média), com cópias especiais também lançadas para as três plataformas.

Como o título sugere, o objetivo é revelar questões ligadas à origem de toda a trama, inicialmente apresentada em 2007. Entre os desdobramentos das histórias individuais dos 17 títulos lançados até agora – entre arcos principais e paralelos –, somente dez anos depois é que se leva aos videogames o nascimento da Irmandade dos Assassinos, cujos primeiros passos foram dados no Egito Antigo. A ação furtiva em terceira pessoa busca inspiração no que a região das famosas pirâmides pode oferecer, com destaque para o trabalho de direção de arte mais uma vez pronta para ser elogiada. Detalhe para o fato de que, por focar os primórdios do roteiro geral, tudo aparece de maneira mais rústica do que mostrado em capítulos anteriores.

Na trama, o personagem principal da vez é Bayek, protetor do Egito que faz de vingança pessoal contra pessoas próximas ao faraó a linha a ser seguida pelo público ao longo do jogo. Ele é o guardião da comunidade tomada conhecida como Siuá (a qual chama de “oásis sagrado” no meio do deserto) e utiliza suas habilidades de um Assassino, principalmente as que envolvem algo parecido com parkour, para passar por obstáculos e se movimentar por diferentes locais por onde passa.

Uma das grandes mudanças presentes em Assassin’s Creed: Origins está nos momentos de combates. A dinâmica está mais próxima de games como Bloodborne, com possibilidade de travar a mira em um inimigo e bolar algum tipo de estratégia de combate sempre de olho na movimentação dos adversários. Pode ser que a mudança em relação à liberdade de ações nas lutas nos outros títulos cause estranheza nos fãs antigos. Até mesmo a organização das armas foi modificada, com itens mais poderosos e raros que outros e a possibilidade de se desmontar itens para dar origem a equipamentos especiais, a exemplo do que ocorre na série Diablo – o acúmulo de dinheiro por venda de artigos desinteressante encontrados também é igual.

Bayek conta com companhia da águia Senu. A ave é responsável por ser o olhos do herói no horizonte, tornando possível vasculhar áreas e identificar a localização de alvos, entre outras possibilidades mais amplas. Ela acaba sendo peça fundamental para se explorar o universo egípcio que promete ser marcante para a série.



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