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Morando exonera secretário acusado de cobrar propina

André Henriques/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Suspeita de crimes é na Pasta de Gestão Ambiental, chefiada por Mario de Abreu


Da Redação
Do Diário do Grande ABC

31/10/2017 | 12:31


Atualizada às 15h14

O Ministério Público junto com o Gaeco deflagraram na manhã desta terça-feira em São Bernardo, a Operação Barbatanas, na qual resultou no cumprimento de dez mandados de busca e apreensão, dentre eles, na Secretaria de Gestão Ambiental e na residência do secretário, o vereador licenciado Mario Henrique de Abreu (PSDB). Também são suspeitos na ação, o diretor de licenciamento, Sergio de Sousa Lima, e o chefe de seção Tiago Alvez Martinez, pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva e concussão.

No início da tarde, o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), determinou a demissão do secretário de Gestão Ambiental, Mario Henrique de Abreu, e dos outros dois servidores da Pasta.

Em nota, a administração municipal informou que recebeu com surpresa a denúncia. “Ao tomar conhecimento do fato, o prefeito Orlando Morando determinou a exoneração imediata do secretário de Gestão Ambiental, Mario Henrique de Abreu, do diretor de licenciamento ambiental, Sergio de Sousa Lima, e chefe de seção Tiago Alves Martinez por não concordar com a situação e colaborando com a Justiça. Ressalta-se também que foi instaurado um processo administrativo para apuração de todo o caso.”

A operação contou com o apoio de dez promotores de Justiça e efetivo de 20 policiais do GOE (Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil) e dez viaturas da polícia.

Ainda de acordo com o Ministério Público, os denunciados foram devidamente citados, notificados e intimados, em especial, quanto ao afastamento dos cargos, além de outras medidas cautelares como a proibição de contato com testemunhas e vítimas e a necessidade da entrega de passaportes, ainda que tenha sido pleiteada a prisão preventiva de todos os envolvidos. O Gaeco está recorrendo quanto ao pedido indeferido de prisão preventiva dos denunciados.

Ao todo foram apreendidos cerca de 19 computadores, oito aparelhos de celulares, diversos pendrives, além de inúmeros documentos. (com informações de Raphael Rocha)

 



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