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Pensamos no teleférico, mas era inviável, afirma Menato

Orlando Filho/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Titular de Turismo admite que discutiu projeto em 2008, porém descartou ideia logo em seguida


Felipe Siqueira
Especial para o Diário

29/06/2017 | 07:30


Comandante da Pasta de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Ribeirão Pires na gestão de Adler Kiko Teixeira (PSB), Marcelo Menato hoje é crítico do projeto do teleférico, do ex-prefeito do município Saulo Benevides (PMDB), mas foi apontado como um dos idealizadores do engenhoso empreendimento que visava manter o título de estância turística.

Menato admitiu ao Diário que, de fato, pensou em um teleférico quando chefiava a mesma secretaria no governo de Clóvis Volpi (sem partido), em 2008, mas afirmou que era de menor extensão, em relação ao que foi interrompido por Kiko, e que logo a ideia foi abandonada. “Quando a gente falou de teleférico, em 2008, eu não pensei sozinho (estava junto a Volpi). Mas logo que a gente pensou (em realizar o teleférico), depois de passar um tempo, viu que era impossível”, completou.

O descarte da ideia, de acordo com o secretário, se deu pelo fato de a medida ser inviável dos pontos de vista financeiro e sustentável, além de as duas áreas que seriam estações do então teleférico não serem de posse da Prefeitura. Os dois pontos pensados, que também estavam no projeto de Saulo, são o Mirante Santo Antônio e o Complexo Ayrton Senna.

A verba que seria destinada para as obras do teleférico tinham origem do Dadetur (Departamento de Apoio e Desenvolvimento a Estâncias Turísticas) e estavam orçadas entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões. Marcelo Menato explicou que a verba recebida do Dadetur naquele ano, de R$ 2,2 milhões, após o cancelamento do projeto do teleférico, foi destinada ao terminal rodoviário.

O teleférico da gestão de Saulo foi abandonado pelo atual governo sob alegação de que o projeto era irresponsável e impossível de ser realizado. Na semana passada, a Prefeitura começou a retirar as estruturas iniciais que foram montadas no local. 



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