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Com Alckmin na mira, tucanos medem força


Fábio Martins
do Diário do Grande ABC

29/04/2017 | 07:00


A reação dos partidos à instabilidade criada com a Lava Jato tem sido rápida. O PT trabalha plano B para candidatura à Presidência, em 2018, em possível chapa com Ciro Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT). O ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho (PT) é cotado na disputa ao Estado. No caso do PSDB, os principais quadros nacionais (Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin) também enfrentam o impacto das delações da Odebrecht. O nome de David Uip, secretário estadual de Saúde, surge como opção ao Palácio dos Bandeirantes. O atual prefeito são-bernardense, Orlando Morando, pavimenta caminho para voos maiores. Presidente do Consórcio Intermunicipal, o tucano tentará usar a influência na cidade para eleger três deputados, assim como fez seu antecessor. Seria demonstração de força regional.

Em dia de greve

Em data de greve geral no País, que contou com forte adesão em Mauá, o secretário municipal de Serviços Urbanos, Chico do Judô (PEN), se valeu do terminal central de ônibus fechado para anunciar pintura e limpeza do espaço. “Todos temos opções de reivindicar e temos opções de trabalhar. Aproveitamos o dia de hoje (ontem) para limpar, pintar e fazer a zeladoria. A equipe (da Pasta) não para”, disse o titular, nas redes sociais. Durante o trabalho no equipamento, o ex-vereador se encontrou com o prefeito Atila Jacomussi (PSB), que elogiou a iniciativa.

Religiosidade política

O Legislativo de Mauá deu aval nesta semana a projeto inconstitucional. Isso porque proposta elaborada pelo vereador Irmão Ozelito (SD) determina instalação de placas com a descrição “Jesus Cristo é o Senhor de Mauá”. O texto agora segue para sanção do prefeito Atila Jacomussi (PSB). Lembrando que matérias que geram custos ao Executivo caracterizam vício de iniciativa.

Lauro com Alex

O prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), possui pretensões de lançar candidatura a federal em 2018 que tenha raízes na cidade – assim como apoiou Márcio da Farmácia, hoje vice-prefeito, em 2014 –, mas, por outro lado, já inicia dívida com o atual parlamentar Alex Manente (PPS) na tentativa de amenizar o bloco de oposição formado na Câmara. O PPS integra a ala.

Delação do grupo Odebrecht – 1

O ex-prefeito de Santo André Carlos Grana (PT) afirmou que a delação do ex-executivo da Odebrecht Ambiental Guilherme Pamplona Paschoal, que fala de doação de R$ 500 mil de maneira oficial à sua campanha de 2012, confirma que a empreitada agiu “estritamente dentro da lei eleitoral”. “O depoimento me abona, pois corrobora com aquilo que declarei quando surgiram as primeiras insinuações sobre a lista da Odebrecht.”

Delações – 2

Carlos Grana corrigiu apenas o local do restaurante no qual almoçou, em 2012, com o ex-ex-executivo da Odebrecht Ambiental. “Foi na Avenida Winston Churchill (em São Bernardo). Não na Rua Vergueiro”, corrigiu, ao relatar que de fato Guilherme Pamplona Paschoal apresentou projeto para ampliação do sistema de fornecimento de água. “Isso não é privatização”, pontuou.

Foto com prefeito

Depois de aparecer em foto próximo ao prefeito Paulo Serra (PSDB), de Santo André – em ato da entrega de projeto habitacional –, o vereador oposicionista Willians Bezerra (PT) justificou que seu mandato é pautado pela participação da luta por moradia digna a todos os andreenses. “A regularização fundiária do Centreville é luta histórica dos moradores, lideranças, diversos prefeitos e vereadores”, alegou o petista. 


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