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Fiat Uno Way é hatch bem acertado

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vagner Aquino

20/01/2017 | 07:43


O principal motivo desta avaliação foi testar o comportamento do Uno Way com o novo motor 1.0 Firefly de seis válvulas. É bicombustível. Além da ausência do tanquinho de partida a frio, o chamariz aqui é a nova configuração três cilindros que, a exemplo de modelos de outras marcas, segue a cartilha da sustentabilidade.

De acordo com a Fiat, o propulsor (que gera até 77 cv, com etanol no tanque, de 48 litros) tem construção modular e bloco em alumínio. Na prática, as boas respostas surpreendem.

A agilidade é assinada pelo torque máximo de 10,9 mkgf, disponíveis a 3.250 rpm. Retomadas de velocidade não deixam a desejar. Neste momento, nada como contar com o câmbio manual de cinco marchas. Não é tão preciso, mas, de fato, faz bom trabalho.

O baixo nível de ruído é outro ponto que merece elogios. O som característico emitido pelos motores 1.0 três cilindros não incomoda quem está a bordo do Uno. Mérito, também, do isolamento acústico.

EXCELÊNCIA EM CONSUMO
Hoje em dia, quem compra um carro nesta faixa de preço preza eficiência no consumo de combustível. E o Uno – que não era dos melhores neste quesito quando trabalhava com quatro cilindros – fez a lição de casa direitinho. Durante a semana de avaliação, chegou a (pasme!) 20 km/l com gasolina no tanque. Impossível dirigi-lo sem ficar de olho no indicador de trocas de marcha (para saber o momento certo de engate de determinada relação), no econômetro e no computador de bordo – aliás, todos de série.

Falando nisso, o hatch da Fiat tem: ar-condicionado, comando elétrico para vidros (dianteiros) e travamento de portas, volante com regulagem de altura, faróis de neblina, air bag duplo e freios antitravamento com distribuição de força.

OUTROS DETALHES
Quando se fala em espaço, o Uno não é dos mais indicados. O porta-malas tem 280 litros e, no entre-eixos, são 2,38 metros. Quem viaja no centro do banco traseiro sofre um pouco – e, também, não tem cinto de segurança de três pontos.

Fora tais pequenas falhas, o Uno Way, além de bem equipado, traz conforto na medida. Suas suspensões são rígidas, mas filtram bem as irregularidades do solo. Aliás, a configuração pseudoaventureira tem maior altura em relação ao piso (são 18,3 centímetros). Para o motorista, nada como a facilidade da direção elétrica, que amolece ainda mais ao simples clique da tecla City (no painel), facilitando, por exemplo, manobras de estacionamento.

Lançado em setembro, o Uno Way 1.0 já encareceu em quase R$ 1.000 e, hoje, é encontrado partindo de R$ 43.830. Equipamentos como assistente de partida em rampa e alarme antifurto encarecem o modelo em mais de R$ 3.000.



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