
De acordo com o vocalista e principal compositor do grupo, Moisés, a confusão começou quando a gravadora com a qual tinham contrato – a Roadrunner – foi vendida. “Todo mundo pediu demissão, e ficamos num mato sem cachorro. Era um bando de baianos perdido em São Paulo”, diz. Como o empresário não os liberou nem investiu no trabalho, tiveram de voltar ao esquema independente.
“Voltamos para a Bahia, alugamos uma casa no meio do mato, em Jauá, para compor. Nesse período, também fizemos bicos. O baixista (Baé) trabalhou como motorista de táxi e eu fiz até parto de égua!”.
Quando o contrato com a Roadrunner caducou, eles entraram em estúdio. Ótimo, já que o som dos rapazes, que mistura rock pesado e as músicas do candomblé e da capoeira, tem qualidade. Tudo com letras divertidas ou que são um verdadeiro petardo contra a sujeira na política. Bons momentos garantidos com Maculelê, Guilhotina, Na Buati, Embolando um Paraná e Minha Mãe me Disse.
Aproveitando a deixa, Moisés lançou um recado: “Gostaria que nosso fã-clube de Santo André entrasse em contato com a gente. A cidade foi a primeira a nos abraçar”. Contatos por meio do site www.bandacatapulta.com.br
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