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Para matar a saudade

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‘O Musical Mamonas’ relembra trajetória
dos cinco garotos, que partiram há 20 anos


Vanessa Soares Oliveira

09/03/2016 | 07:00


 Eles saíram de cena de forma trágica. Levaram junto a irreverência, a juventude e a alegria peculiar de encarar a vida. Os Mamonas Assassinas deixaram saudade. Agora, 20 anos depois da partida, Ruy Brissac, Adriano Tunes, Yudi Tamashiro, Elcio Bonazzi e Arthur Ienzura homenageiam Dinho, Julio, Bento, Samuel e Sergio, respectivamente, em O Musical Mamonas, que estreia no Teatro Fecomércio – Sala Raul Cortez – em São Paulo, na sexta, a partir das 21h30. Direção e elenco receberam jornalistas ontem para dar uma amostra do que o público irá assistir.

A semelhança física, principalmente de Brissac com Dinho, é impressionante. A desenvoltura no palco dos cinco garotos que representam os músicos também é de arrepiar. “Sou parecido com ele pelas brincadeiras”, declara Brissac. As coincidências não param por ai. Ienzura conta que também é baterista. “Além de tocar o mesmo instrumento, descobri que nascemos no mesmo dia, 30 de setembro”. Já Tamashiro relembra que começou a carreira artística ainda criança imitando Dinho. Com Bento, a quem ele dá vida, descobriu coisas em comum. “Minha primeira guitarra era Yamaha e ganhei da minha mãe, como aconteceu com ele”, acrescenta. Para Bonazzi, as semelhanças vão além do óbvio. “Samuel era legal. Não sou como ele, mas o convívio com alguns familiares me fez ver que tenho um pouco da sua personalidade”, conta. E Tunes acrescenta: “O musical é um divisor de águas na minha carreira, assim como aconteceu com eles quando deixaram a banda Utopia para ser Os Mamonas Assassinas”.

A direção do espetáculo é de José Possi Neto. “Não é um musical de banda cover nem um show saudosista”, afirma. O texto é de Walter Daguerre – mesmo autor de Jim, musical sobre Jim Morrison – e mostra a trajetória dos músicos desde antes da fama, como se eles próprios contassem a história. A direção musical ficou a cargo de Miguel Briamonte e as coreografias são de Vanessa Guillen.

Familiares dos Mamonas Assassinas participaram do processo de criação do espetáculo. “Há três dias um irmão do Bento assistiu ao ensaio. Durante a apresentação não esboçou nenhuma reação, mas quando acabou ele disse: ‘Nunca imaginei que pudesse voltar a rir com essa história e dessas piadas’”, conta Neto.
O Musical Mamonas fica em cartaz até 29 de maio.

O Musical Mamonas – Musical – Teatro Fecomércio – Sala Raul Cortez - R. Dr. Plínio Barreto, 285. Tel.: 3254-1700. De 11 de março a 29 de maio. Ing.: R$ 60 e R$ 120. www.compreingressos.com.



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