A dívida pública do governo em títulos cresceu 2,2% em setembro na comparação com agosto, ficando em R$ 1,061 trilhão. No ano, o aumento supera os R$ 100 bilhões, ou 10,7%.
Segundo nota conjunta divulgada nesta segunda-feira pelo Banco Central e o Tesouro Nacional, o aumento em setembro ocorreu pela elevada emissão de títulos, que superaram os resgates em R$ 10,7 bilhões. Além disso, o impacto dos juros sobre o estoque da dívida ficou em R$ 12,1 bilhões.
A dívida atrelada à Selic caiu para 44,79% do total de débitos, contra 46,14% no mês anterior. Já a parcela da dívida prefixada subiu de 31,49% para 32,83%. A dívida indexada a índices de preços passou de 21,56% para 21,51%.
A dívida atrelada ao câmbio está negativa em 1,34%. O prazo médio das emissões de títulos em ofertas públicas passou de 38,5 meses em agosto para 33,6 meses em setembro.