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Etec Lauro Gomes é a melhor do Enem

Ari Paleta/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Entre as escolas públicas, instituição estadual de
São Bernardo conquista primeiro lugar na região


Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

24/12/2014 | 07:00


A Etec (Escola Técnica) Lauro Gomes, de São Bernardo, obteve a melhor nota no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em 2013 entre as escolas públicas da região. A instituição de ensino obteve conceito 593,5 e aparece na 17ª colocação em ranking que inclui unidades de ensino gratuitas e pagas entre as sete cidades.

Os dados foram divulgados pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) e levam em conta a média das quatro provas objetivas do exame: linguagem, matemática, ciências humanas e da natureza. O resultado considera apenas as escolas que tiveram mais de dez participantes no exame e com taxa de adesão acima de 50%.

Ao todo, 181 instituições da região tiveram desempenho divulgado, sendo que as quatro Etecs – Lauro Gomes, Julio de Mesquita, em Santo André (592,6), Ribeirão Pires (591,7) e Jorge Street, em São Caetano (581,1) – lideram a lista das melhores estaduais. Já entre as instituições de ensino regular, a EE Juscelino Kubitschek de Oliveira, no bairro Serraria, em Diadema, apresentou melhor nota na avaliação em 2013 – 564,8.

Na parte de baixo da tabela, as 20 piores médias foram registradas em unidades estaduais. A última colocada no ranking regional é a EE Professor Marco Antônio Prudente de Toledo, de São Bernardo (nota 465,8), seguida pelas EE Jardim Zaíra 8, de Mauá (468,9), e EE Laura Lopes, de São Caetano (469,5).

Pela primeira vez, o MEC (Ministério da Educação) divulgou o nível socioeconômico de cada escola, com base em questionário respondido pelos alunos e que considera dados como escolaridade dos pais e renda familiar. Entre as dez melhores instituições de ensino da região, nove estão listadas como de nível muito elevado e uma de nível elevado. Na outra ponta, oito entre as dez piores são classificadas como de nível médio alto e duas como de nível médio.

O colégio Villare, localizado no bairro Santa Paula, em São Caetano, foi a melhor escola do Grande ABC, considerando públicas e privadas, no Enem do ano passado. A instituição particular de ensino obteve nota 683,6 e ocupa a 41ª posição no ranking nacional. O colégio Unidade Jardim, de Santo André, primeiro colocado na edição de 2012, ficou na segunda posição em 2013 – nota 661,7. Já o Colégio Termomecânica, de São Bernardo manteve a terceira posição na lista regional, com nota 658,1.

Pelo quinto ano consecutivo, o Objetivo Integrado, da Capital, apresentou o melhor desempenho entre as 14.715 unidades de ensino do País – nota 741,9.

Resultado é fruto de empenho de professores e estudantes

O bom desempenho apresentado pela Etec Lauro Gomes, de São Bernardo, no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em 2013 é consequência de empenho por parte de alunos e professores. Isso é o que considera a diretora da unidade de ensino, Marly de Oliveira Moraes. “Estou há 30 anos na escola e aqui todo mundo trabalha para isso. Tanto alunos quanto professores têm como foco o ensino de qualidade e objetivos de vida. Nossos docentes são qualificados e nossa meninada é dedicada”, considera.

A unidade de ensino técnico estadual conta com cerca de 5.000 alunos, divididos entre os cursos modulares e integrados. “A tendência é que a médio prazo tenhamos a totalidade do ensino integrado (união do ensino Técnico com o Básico com formação em três anos)”, observa Marly.

Já o coordenador pedagógico do Ensino Médio do Colégio Villare, Ernani Soares de Paula, considera que o excelente resultado da instituição de ensino é fruto de projeto pedagógico que prioriza a qualidade do aprendizado dos alunos. “Este resultado não é surpresa para nós. É consequência da nossa proposta de dar profundidade pedagógica ao aprendizado desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. Esta é a segunda turma de 3º ano a se formar na escola”, lembra.

Outro diferencial, segundo o coordenador, é a manutenção de classes pequenas, com cerca de 20 alunos, dois profissionais por sala (professor e o monitor), além de apoio com plantões de dúvidas três vezes na semana.  



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