Pellegrini contou que, além dos voos de teste, um dos jatos está em um hangar nos Estados Unidos, submetido a temperaturas negativas de até 55°. "Até agora, os resultados são muito positivos", disse Pellegrini.
Segundo o executivo, um ano depois, em 2015, deve entrar em serviço o Legacy 450, o avião "irmão" menor do Legacy 500: enquanto um tem configuração para oito assentos, com alcance de 3 mil milhas náuticas, o outro deve ter entre seis e sete assentos, com 2,3 mil milhas náuticas.
O executivo não revelou informações a respeito de encomendas paras esses novos jatos executivos, salientou apenas que os Estados Unidos é o maior mercado para jatos executivos, seguido da Europa, Brasil, China e Ásia-Pacífico.
Conforme a Embraer, os jatos Legacy 500 e Legacy 450 são os primeiros projetos completamente novos dos segmentos midsize e midlight, respectivamente, nos últimos 15 anos. A companhia destaca que são os primeiros jatos com tecnologia de controle de voo eletrônico fly-by-wire (FBW), que reduz carga de trabalho, dando mais segurança e confiabilidade. Os investimentos nos novos jatos somam US$ 750 milhões.
O executivo participa do 12º Fórum de Comandatuba, promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), que reúne neste fim de semana 320 executivos, empresários e políticos na Bahia para discutir os rumos do País.
Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.