Maia ficou particularmente irritado com a contraproposta feita pelo governo de oferecer um cargo a seu apadrinhado no BB de Angola. Aliados confidenciaram que Maia teria considerado a proposta do governo "uma ofensa". Numa conversa áspera pelo telefone com a ministra-chefe de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, ele expressou seu descontentamento com o Planalto e o modo como era tratado pelo governo. Aborrecido, Maia desligou o telefone na cara da ministra.
Além do cargo no BB, o presidente da Câmara também estaria empenhado em conseguir nomear para uma posição na área de saúde um indicado do ex-líder do PT na Câmara Paulo Teixeira (SP).
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