Na cúpula de Bruxelas, os chefes de governo dos países da UE poderão aprovar os termos de um segundo plano de socorro à Grécia, mas as negociações para isso foram complicadas na semana passada por uma nova exigência da Alemanha, de que as decisões do governo grego sobre gastos passem a ser submetidas a um "monitor" permanente da UE no país.
Outra questão é a negociação para a reestruturação da dívida da Grécia junto a credores privados. As duas partes repetiram ontem que estão próximas de um acordo, mas nada de definitivo foi anunciado. "Estamos realmente a um passo de um acordo final", disse hoje o ministro das Finanças, Evangelos Venizelos.
Uma fonte próxima às conversações disse à Dow Jones que um acordo com os credores privados só será anunciado depois de a Grécia e os credores multilaterais (União Europeia, FMI e Banco Central Europeu) concordarem com novas medidas de austeridade.
Sem um novo pacote de ajuda financeira, a Grécia não deverá ser capaz de fazer um pagamento de bônus de ? 14,4 bilhões que vence em 20 de março; caso isso aconteça, o país se tornará o primeiro da zona do euro a entrar em default. As informações são da Dow Jones.
Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.