Ao longo das quatro horas de reunião ministerial, a presidente deixou claro que a Casa Civil será recomposta como na época em que ela própria comandou a pasta (2005 a 2010) e cobrará metas da equipe. Embora a tensão pré-reforma ministerial pairasse no ambiente, Dilma não tocou no assunto. A presidente garantiu que os programas sociais e de infraestrutura serão preservados ao máximo dos cortes do Orçamento, mas, mesmo assim, pediu cautela nos gastos. Argumentou que todos os programas envolvendo novos recursos precisam passar pelo crivo da Junta Orçamentária. A presidente não definiu o tamanho do enxugamento, embora a equipe econômica defenda uma tesourada na faixa que vai de R$ 60 bilhões a R$ 70 bilhões.
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