Este é o segundo passo para facilitar convênios entre o SUS e as comunidades terapêuticas dado pelo governo. Em julho, uma semana depois de uma determinação feita pela presidente Dilma Rousseff, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abrandou exigências para funcionamento desses serviços. A nova regra dispensou, por exemplo, que o responsável técnico da instituição seja médico ou que a infraestrutura do local seja aprovada por normas da Vigilância Sanitária.
Existem atualmente cerca de 3 mil unidades de tratamento espalhadas pelo País, onde são tratadas cerca de 60 mil pessoas. A ideia do governo é incentivar as parcerias para ampliar o número de vagas disponíveis para o atendimento de dependentes.
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