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As escolas públicas municipais de Sorocaba, a 92 km de São Paulo, serão obrigadas a adotar um plano de evacuação para a saída segura dos alunos e funcionários em situações de emergência. É o que prevê projeto de lei aprovado hoje, em votação definitiva, pela Câmara.

 

Para virar lei, o projeto deve ainda ser sancionado pelo prefeito Vitor Lippi (PSDB). As escolas terão o prazo de um ano para se adaptarem às exigências que incluem rotas de fuga sinalizadas, saídas de emergência e portas antipânico. Cerca de 80 estabelecimentos terão de se adaptar à nova norma.

 

O autor, vereador José Francisco Martinez (PSDB), conta que o projeto foi apresentado em abril deste ano, logo após o episódio conhecido como "massacre de Realengo", em que um homem armado invadiu uma escola no Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, e matou a tiros 12 alunos.

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Segundo ele, se a escola fosse dotada de rotas de fuga a proporção da tragédia poderia ter sido menor. De acordo com o projeto, cópias de um croqui com o plano de emergência devem ser afixadas em locais de fácil visualização e a direção da escola deve realizar simulações periódicas de evacuação do prédio.




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