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Brasil põe futuro em jogo contra Equador

13/07/2011 | 07:18
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Da AP
Da AP Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Em tese, a tarefa do Brasil seria muito simples contra o Equador, às 21h50 de hoje (horário de Brasília), em Córdoba, Argentina. Mas, a julgar pelos dois primeiros duelos da equipe nacional na Copa América (empates diante da Venezuela e Paraguai), só a prática dirá o que pode acontecer no Estádio Mario Alberto Kempes. Bastaria o empate para que o time de Mano Menezes assegurasse a cobiçada classificação às quartas.

A derrota, ao contrário, despacharia um dos teóricos favoritos ao título do torneio continental. É provável que as consequências de uma catastrófica e improvável eliminação respingasse diretamente no sucessor de Dunga. No ambiente canarinho, porém, o clima é de cautela e de cobranças mútuas entre alguns líderes do grupo.

Ontem, o goleiro Júlio César endossou as críticas de Lúcio aos eventuais acomodados, que usariam a valorizada ponte da Seleção para visualizar o futebol europeu. O duro recado seria endereçado aos mais novos, como Neymar, Paulo Henrique Ganso e o são-paulino Lucas. No entanto, o camisa um avisou que a carapuça não é para este ou aquele, mas todos precisariam dividir a responsabilidade.

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Afinal, segundo ele, não há moleques no elenco. Declarou, ainda, que os inteligentes entenderiam a mensagem do capitão. Já Mano Menezes aposta nos três pontos que selariam a vaga, mas tem consciência de que o tropeço poderia complicar o atual planejamento da CBF rumo ao Mundial de 2014.

DÚVIDAS

Mano havia prometido que faria ‘mudanças pontuais' para enfrentar o Equador. Na segunda fase do treino de ontem - fechado à imprensa - soube-se que o técnico utilizou o atacante Robinho e o lateral Maicon nos lugares, respectivamente, de Jadson e Daniel Alves. As alterações permitiram que Neymar passasse a explorar os espaços na direita. Robinho iniciou o torneio como titular, mas, criticado, iria perder a vaga para Jadson (autor do primeiro gol nos 2 a 2) na rodada seguinte diante do Paraguai. Mano mantém suspense. (com Agências)

Paulo Henrique Ganso não se intromete nos critérios do técnico

Embora fosse companheiro de Robinho no Santos, Paulo Henrique Ganso não se intromete no duelo entre o Rei das Pedaladas e Jadson para que Mano Menezes confirme uma das vagas da Seleção Brasileira diante do Equador. Segundo ele, o problema é do treinador. "É ele (Mano) quem deve quebrar a cabeça", esquivou-se.

Na opinião de Ganso, tanto Robinho quanto Jadson estão em condições de atuar como titulares. "Não tenho preferência. São dois grandes jogadores, craques de bola. Ficaria bem à vontade na frente de qualquer um deles. Acho que o Mano irá tomar a decisão correta", prevê Ganso, que também não se considera intocável na equipe. O canhotinha reconhece que precisa batalhar pela posição no meio-campo. Ele lembra que o critério vale para os demais integrantes do grupo convocado para defender o Brasil na Copa América.

CORTE

Sandro está fora da Seleção Brasileira. O departamento médico da CBF avisou ontem que o volante sofreu lesões nas panturrilhas e no joelho esquerdo e não poderia seguir na disputa do torneio sul-americano.

"Infelizmente, ele não teria tempo de recuperar. Agora, enviaremos o comunicado ao clube dele (Tottenham)", esclareceu o médico Rodrigo Lasmar, ao se referir ao quadro clínico.

Sandro já havia reclamado na semana passada. As ressonâncias magnéticas apontaram a lesão no no menisco do joelho esquerdo, que irá obrigá-lo a submeter-se a uma cirurgia. É provável que só volte dentro de 30 dias, segundo as primeiras projeções. "Acabou. Estou muito triste pelo que aconteceu comigo, mas valeu pela convivência. Só queria agradecer aos meus colegas. Desejo boa sorte a todos. Continuarei na torcida".




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