Em entrevista, Fribourg disse que essas indenizações, a serem pagas pela Air France e por sua seguradora, a AXA, representam um pagamento provisório e que a compensação para cada família poderá ser muito maior, dependendo de uma decisão judicial definitiva sobre quem foi responsável pelo acidente.
A queda do avião no Atlântico deixou 228 mortos. Os destroços foram encontrados no leito do oceano somente neste ano e investigadores ainda estão tentando determinar a causa do acidente, usando dados recuperados das duas "caixas-pretas" (gravadores).
A decisão do juiz se segue a um processo aberto no fim de maio pelos advogados dos familiares das vítimas. As famílias também abriram uma ação contra a Airbus, fabricante do jato A330 que caiu. O juiz decidiu, porém, que embora não existam dúvidas sobre a responsabilidade da Air France, nos termos da Convenção de Montreal, que regulamenta acidentes aéreos, não há motivos para obrigar a Airbus a fazer pagamentos provisórios às famílias, porque a responsabilidade da fabricante da aeronave ainda não foi estabelecida. As informações são da Dow Jones.
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