
Pacientes do hospital universitário de Londrina (PR) foram contaminados pela bactéria KPC (klebsiella). Eles estão isolados. Da semana passada para esta quarta-feira, o número de infectados aumentou de 16 para 27, o que fez com que novos atendimentos fossem suspensos e as visitas, restringidas. Cinco pacientes já receberam alta.
O pronto-socorro, a UTI adulta e neonatal e o Centro de Tratamento de Queimados do hospital foram fechados na quarta-feira. Por conta disso, houve uma superlotação em outros hospitais da cidade, que, segundo a Secretaria de Saúde do município, já operam acima da capacidade. Os hospitais estão priorizando os atendimentos de urgência e deixando de lado os pacientes eletivos.
A presença da bactéria KPC no intestino é comum e não causa problemas a pessoas saudáveis. No entanto, pode provocar infecção urinária e complicações no sistema respiratório em pessoas com a resistência baixa. De acordo com o hospital, apenas um paciente, que já tinha uma doença grave, não está respondendo aos remédios.
Bactéria - O hospital já enfrentou problemas com a bactéria KPC (klebsiella) no ano passado, quando teve que interditar a UTI e isolar pacientes. Desde então, a bactéria vinha sendo controlada.
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