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quarta-feira, 7 de julho de 2010 9:24

Eutanásia para cães com leishmaniose é polêmica

Agência Estado

1 comentário(s)

À espera da sanção do governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB), o projeto de lei que restringe a eutanásia de cães com leishmaniose está causando polêmica. A proposta aprovada pela Assembleia Legislativa obriga os municípios a fazerem contraprova antes de sacrificar os animais diagnosticados com a doença. E impede a eutanásia se houver possibilidade de tratamento do cachorro.

O projeto é questionado pelo CRMV-SP (Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo). Segundo a entidade, não há cura para a doença e postergar a eutanásia faria apenas com que os cães doentes ficassem mais tempo convivendo com animais e pessoas sadias.

"Esse projeto contraria a legislação federal, que proíbe o tratamento com remédios para humanos e determina a eutanásia para evitar a contaminação de outros animais e até de pessoas", afirma Francisco Cavalcanti de Almeida, presidente do CRMV-SP. "Existe tratamento paliativo, mas não há cura. Quando tem um animal com raiva, faz o quê? Trata? Não. Tem que ser excluído para não multiplicar a doença." Já os defensores da lei afirmam que a eutanásia é aplicada indiscriminadamente e que os testes feitos são imprecisos.




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Comentários

junia

18/07/2011 às 16:22

Moro em Belo Horizonte. Jà perdi 5 cachorros com leishmaniose. O último foi no sábado, que teve que ser sacrificado. Era um boxer lindo! Depois que foi diagnosticada a doença, convivi com o cachorro por 5 anos, dando aloporinol. O mais engraçado é que ele foi vacinado contra a leishmania e mesmo assim teve a doença. O

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