Economia Titulo Transações financeiras

Paris e Berlim defendem imposto a bancos em reunião do G20

Da AFP
15/06/2010 | 14:24
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França e Alemanha estão determinados a defender no G20 e na UE (União Europeia) um imposto às transações financeiras e uma taxa bancária, afirmaram nesta terça-feira em Paris (França) os ministros de Assuntos Europeus dos dois países.

"Sabemos exatamente que não temos um acordo entre os 20. Nem sequer na União Europeia", declarou à imprensa o secretário de Estado alemão de Assuntos Europeus, Werner Hoyer.

Na segunda-feira, na ocasião da cúpula entre o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela Merkel, "criamos as condições para ter uma oportunidade melhor" para passar essa mensagem ao G20 na reunião de Toronto (Canadá), disse.

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No encontro do G20 de 26 a 27 de junho em Toronto, "ninguém concorda em criar uma taxa aos bancos e às transações financeiras", confirmou por sua vez o secretário de Estado francês, Pierre Lellouche, afirmando que uma carta de França e de Alemanha sobre o tema "está sendo redigida" nesta terça-feira.

Na reunião de ministros de Finanças e diretores dos bancos centrais do G20 na Coreia do Sul no início de junho, os participantes não se pronunciaram sobre a possibilidade de introduzir um imposto mundial aos bancos, que servirá para financiar futuros planos de resgate em caso de crise financeira.

Esse projeto é defendido, entre outros, por Estados Unidos, mas rejeitado por países como Brasil, Canadá, Índia e Austrália.




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