O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, reiterou nesta quinta-feira que o governador afastado do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido), deve permanecer preso até o fim das investigações da PF (Polícia Federal) sobre suposto esquema de arrecadação e pagamento de propina desarticulado com a Operação Caixa de Pandora.
Segundo Gurgel, há um empenho para que as investigações sejam concluídas "no menor espaço de tempo possível". Contudo, acrescentou, trata-se de um "esquema criminoso muito complexo".
Questionado sobre o fim do prazo de prisão preventiva, Gurgel respondeu: "Isso não existe, estamos ainda longe". Ele informou ainda que deve entregar até segunda-feira (15) seu parecer sobre o pedido de intervenção no Distrito Federal.
Arruda completou, nesta quinta-feira, um mês detido na Superintendência da PF (Polícia Federal) em Brasília. Ele é acusado de tentar subornar uma testemunha do esquema de corrupção investigado pela PF.