Nesta quarta-feira, 16, durante sabatina, Aécio Neves afirmou que o programa Mais Médicos é "importante", mas criticou o acordo firmado pelo governo brasileiro com Cuba, que permite que os médicos cubanos ganhem menos do que os de outras nacionalidades. Segundo o candidato tucano, o governo brasileiro estaria financiando a administração cubana através do programa. Ele disse que, se eleito, não aceitaria as condições impostas por Cuba e mudaria as regras.
Segundo Padilha, outros partidos tiveram chance de resolver o problema da falta de médicos no Brasil, mas não o fizeram. "Agora que temos uma solução testada e aprovada por milhões de brasileiros, eles querem mudar a proposta para inviabilizar o programa", disse. O ex-ministro afirmou ainda que o Mais Médicos é lei e nasceu de uma demanda de prefeitos de todos os partidos, inclusive do PSDB. "São 14 mil médicos no Brasil e mais de dois mil em São Paulo, Estado que mais pediu médicos do programa", destacou.
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