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Pacientes sofrem nos corredores do Hospital Municipal de Diadema

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Daniel Tossato
Do Diário OnLine

17/03/2017 | 15:58


Confusão, pessoas aguardando atendimento nos corredores e muita espera. Essa é a realidade para o paciente que precisa usar o Hospital Municipal de Diadema, na Avenida Piraporinha, na cidade.

A equipe do Diário visitou o local em dois dias distintos e, além de colher relatos dos usuários, também testemunhou situações que demonstram que a saúde do hospital não anda muito bem.

O que mais chamou a atenção foi a quantidade de pessoas que ficam em macas enfileiradas no corredor do andar térreo, logo após a recepção. O vai e vem de médicos, enfermeiros e pessoas que aguardam atendimento acaba atrapalhando o paciente que tenta se recuperar numa maca mesmo que esteja no corredor do hospital.

“Aqui sempre foi assim. A gente espera muito para ser atendido”, disse o entregador Bruno Dias, 28 anos. Ele que acompanhava a namorada, que não se sentia muito bem, relatou que, por morar na divisa de Diadema com a Capital, estava pensando em tentar buscar atendimento em alguma unidade médica de São Paulo. “Estou há 40 minutos aqui e até agora nada”, disse.

Realmente a situação na recepção do hospital é alarmante. Nos dois dias em que a equipe do Diário visitou a clínica, muita gente aguardava sentada, de pé e até na parte de fora do hospital. Não foi difícil perceber pessoas que estavam cansadas de esperar atendimento e foram tentar socorro em outro ambulatório.

Há também os problemas de ordem física na estrutura do prédio que abriga o hospital. Algumas cadeiras da área de espera estavam sujas, há muitas paredes descascando e parte das escadas que levam para os andares superiores é mal iluminada. Em um dos dias que o Diário esteve na clínica, um cachorro perambulava tranquilamente pela recepção.

“Não tenho convênio, então a única opção que é a de usar o hospital municipal”, lamentou uma das mulheres que aguardava ser atendida e que preferiu não se identificar. Ela disse ainda que estava com uma dor na coluna e gostaria de receber atendimento para descobrir o que era ou algum remédio para amenizar o sofrimento. O tempo de sua espera na unidade já superava trinta minutos.

O Diário questionou a Administração diademense, para que pudesse explicar se há um plano para a Saúde na cidade e dessa forma melhorar o atendimento prestado pelo Hospital Municipal de Diadema, mas até o fechamento desta reportagem a Prefeitura não se pronunciou.


 



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