Economia Titulo União Europeia

Bolsas da Europa fecham em alta com impulso tech após resultados da Micron

Os resultados aliviaram temores de que os investimentos em infraestrutura de IA estariam excessivos

25/06/2026 | 13:05
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FOTO: Freepik Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


As bolsas europeias fecharam em alta nesta quinta-feira, 25, impulsionadas pelo forte desempenho do setor de tecnologia após resultados da fabricante americana de chips Micron reforçarem a confiança no ciclo de investimentos em inteligência artificial (IA). Investidores também acompanharam declarações de dirigentes do Banco Central Europeu (BCE) e notícias corporativas.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,65%, a 10.529,89 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,05%, a 25.000,54 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,55%, a 8.431,61 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,28%, a 51.782,91 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,63%, a 19.510,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,12%, a 9.157,33 pontos. As cotações são preliminares.

Os resultados da Micron aliviaram temores de que os investimentos em infraestrutura de IA estariam excessivos. Segundo o Deutsche Bank, o balanço "reacendeu as esperanças de crescimento impulsionado pela IA" e ajudou a afastar preocupações de uma bolha no setor. Entre as ações, a ASML (+2,6%), ASM International (+2,1%), Infineon (+2,2%) e STMicroelectronics (+2,4%), do setor tech (+0,82%), se destacaram.

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Enquanto isso, o Goldman Sachs avaliou que o mercado passou a precificar uma normalização da oferta de petróleo no Oriente Médio, em meio à recuperação do tráfego de navios pelo Estreito de Ormuz. O setor de energia subiu cerca de 0,25%, em meio à recuperação técnica da commodity na sessão de hoje.

No Reino Unido, o governo confirmou novas salvaguardas para o aço a partir de julho e anunciou um acordo de cotas com a União Europeia (UE) para reduzir impactos sobre o comércio bilateral. Já a UE ampliou a pressão sobre a Amazon e a Microsoft ao avaliar os serviços Amazon Web Services (AWS) e Microsoft Azure como "gatekeepers".

*Com informações da Dow Jones Newswires




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