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Tadei não resiste à má fase na Série C e deixa comando do Azulão

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Treinador, que havia chegado ao clube em abril, é demitido após cinco derrotas consecutivas na competição; diretoria já procura por substituto


Thiago Bassan

03/06/2014 | 07:10


A história se repetiu. E pela terceira vez em pouco mais de três meses o São Caetano demite um treinador. Vilson Tadei, que havia chegado em abril, não é mais técnico do Azulão, em experiência vivida recentemente por Nedo Xavier e Paulo Cezar Catanoce, que tiveram mesmo destino.

A diretoria decidiu pela saída do treinador ontem pela manhã, após cinco derrotas consecutivas na Série C do Campeonato Brasileiro. Pouco depois de perder o jogo para o Juventude, sábado, no Anacleto Campanella, já se falava nos bastidores sobre a saída do treinador.

Após um mês e 18 dias no São Caetano, Tadei não resistiu à série de resultados negativos e lamentou a má performance no comando do clube. “A diretoria entendeu que os resultados não vieram e optou pela minha saída. O trabalho foi bom, mas não conseguimos vencer. Essa série negativa na Série C pesou muito para que eu saísse. Em toda minha carreira, como jogador ou treinador, nunca fiquei cinco jogos (consecutivos) sem vencer. Foi experiência muito ruim”, analisou Tadei.

O comandante veio ao clube depois de realizar boa campanha pelo rival Santo André, onde quase conseguiu o acesso para a elite do futebol paulista no primeiro semestre. Mas, no Azulão, as coisas não funcionaram como a diretoria esperava. E o próprio Tadei não encontrou motivos para a má fase do time.

“O que a gente percebeu no dia a dia era que a rapaziada se dedicava demais. Não consigo encontrar uma explicação para os resultados não terem aparecido. O grupo estava entusiasmado, se dedicando. Tiveram jogos em que fiz quatro, cinco mudanças para ver se a equipe reagiria, mas nada funcionou.”

Nem mesmo o atraso salarial, que para alguns jogadores chega a atingir três meses, atrapalhou o rendimento dos atletas. “Nada interferiu. Tivemos apoio de todos os dirigentes, respaldo total. Não tenho um ‘A’ para falar do São Caetano, tudo ocorreu de livre e espontânea vontade”, comentou

Para o lugar de Vilson Tadei, a diretoria do São Caetano já procurou outro treinador. O nome cogitado teve passagem recente por um clube da região e não aceitou a proposta do Azulão. Procurados pelo Diário para confirmar o caso, os dirigentes não atenderam às ligações.    



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Tadei não resiste à má fase na Série C e deixa comando do Azulão

Treinador, que havia chegado ao clube em abril, é demitido após cinco derrotas consecutivas na competição; diretoria já procura por substituto

Thiago Bassan

03/06/2014 | 07:10


A história se repetiu. E pela terceira vez em pouco mais de três meses o São Caetano demite um treinador. Vilson Tadei, que havia chegado em abril, não é mais técnico do Azulão, em experiência vivida recentemente por Nedo Xavier e Paulo Cezar Catanoce, que tiveram mesmo destino.

A diretoria decidiu pela saída do treinador ontem pela manhã, após cinco derrotas consecutivas na Série C do Campeonato Brasileiro. Pouco depois de perder o jogo para o Juventude, sábado, no Anacleto Campanella, já se falava nos bastidores sobre a saída do treinador.

Após um mês e 18 dias no São Caetano, Tadei não resistiu à série de resultados negativos e lamentou a má performance no comando do clube. “A diretoria entendeu que os resultados não vieram e optou pela minha saída. O trabalho foi bom, mas não conseguimos vencer. Essa série negativa na Série C pesou muito para que eu saísse. Em toda minha carreira, como jogador ou treinador, nunca fiquei cinco jogos (consecutivos) sem vencer. Foi experiência muito ruim”, analisou Tadei.

O comandante veio ao clube depois de realizar boa campanha pelo rival Santo André, onde quase conseguiu o acesso para a elite do futebol paulista no primeiro semestre. Mas, no Azulão, as coisas não funcionaram como a diretoria esperava. E o próprio Tadei não encontrou motivos para a má fase do time.

“O que a gente percebeu no dia a dia era que a rapaziada se dedicava demais. Não consigo encontrar uma explicação para os resultados não terem aparecido. O grupo estava entusiasmado, se dedicando. Tiveram jogos em que fiz quatro, cinco mudanças para ver se a equipe reagiria, mas nada funcionou.”

Nem mesmo o atraso salarial, que para alguns jogadores chega a atingir três meses, atrapalhou o rendimento dos atletas. “Nada interferiu. Tivemos apoio de todos os dirigentes, respaldo total. Não tenho um ‘A’ para falar do São Caetano, tudo ocorreu de livre e espontânea vontade”, comentou

Para o lugar de Vilson Tadei, a diretoria do São Caetano já procurou outro treinador. O nome cogitado teve passagem recente por um clube da região e não aceitou a proposta do Azulão. Procurados pelo Diário para confirmar o caso, os dirigentes não atenderam às ligações.    

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