Fechar
Publicidade

Segunda-Feira, 6 de Abril

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Esportes

esportes@dgabc.com.br | 4435-8384

Ramalhão fica no empate com Metropolitano

Ari Paleta/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Time teve atuação discreta e não saiu do 0 a 0;
jogo da volta será neste domingo, em Blumenau


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

02/09/2013 | 07:00


Não foi bom resultado. Tampouco, placar para se lamentar profundamente. O empate sem gols entre Santo André e Metropolitano, ontem à tarde, no Estádio Bruno Daniel, pela primeira partida das oitavas de final do Brasileiro da Série D, faz com que o Ramalhão jogue por uma bola no confronto da volta, domingo, em Blumenau. Isso porque qualquer empate, desde que seja com gols, dá a vaga ao time andreense. Resultado igual leva a definição aos pênaltis.

A equipe titular ramalhina teve como novidade o atacante Romário, contratado na sexta-feira por empréstimo junto ao Mogi Mirim, substituindo Müller, suspenso. Nas demais posições, o time era o mesmo que venceu de maneira aguerrida e determinada o Marcílio Dias, na semana passada.

Ontem, porém, o que se viu foi um time certas vezes apático e que, sobretudo, teve muitas dificuldades para superar a forte marcação adversária.

O Santo André deveria ter aproveitado o bom começo para abrir o placar. Logo aos 40 segundos, Élvis cruzou e Romário cabeceou por sobre o gol. Aos cinco, Felipe Cordeiro cobrou falta em direção da área, Fubá desviou e Dida espalmou para o lado.

Aos poucos, porém, os catarinenses se organizaram e neutralizaram as jogadas pelo meio campo andreense. Assim, Élvis e Ramalho tinham muita dificuldade para servir Romário e Chico. Em contrapartida, a defesa mostrava-se bem posicionada e no único vacilo viu Maurinho cruzar e Jones desviar à direita do gol.

Antes do intervalo, porém, o péssimo gramado do Bruno Daniel ajudou o Santo André. Aos 45, após enfiada de bola, Maurinho penetrou livre pela diagonal, bateu cruzado, mas a bola caprichosamente saiu, rente ao poste direito.

Para a segunda etapa, Paulo Roberto tentou na base da conversa fazer com que o time recuperasse o controle. Mas não surtiu efeito. Aos nove, após nova enfiada, Diego Torres isolou. Foi a gota d’água para o comandante sacar Élvis e Fubá e lançar Juninho Silva e Eduardinho.

O Santo André melhorou, conseguiu manter mais posse de bola, mas o excesso de passes errados facilitava a vida do adversário, que aos 20 chegou em novo arremate de Diego Torres, defendido por Adilson. Aos 28, o meia do Metropolitano tentou de novo, em cabeçada, mas parou no arqueiro andreense.

Na única chance da parcial, Eduardinho recebeu na entrada da área e bateu colocado, rente a trave. Mas no final, os catarinenses partiram para cima, encurralaram o Ramalhão e o empate até ficou mesmo de bom tamanho.

Mistura de lamentação e celebração

Misto de insatisfação pelo empate em casa sem gols com o Metropolitano, mas alívio pelo fato de a defesa não ter sido vazada.

Assim estava o semblante e o discurso dos jogadores do Santo André após deixarem o vestiário do Estádio Bruno Daniel, ontem à tarde. Segundo os atletas, o time tem tudo para trazer de Blumenau a vaga para as quartas de final da Série D.

“O trabalho foi bem desenvolvido durante a semana, mas tem jogo que é assim. O importante mesmo é que não sofremos gol. Eles vão ter de sair para o jogo lá, então também estão preocupados com esse resultado. Se a gente fizer um, eles têm que fazer dois”, destacou o lateral-esquerdo Léo Carvalho.

Em comparação ao jogo da semana passada, contra o Marcílio Dias, o jogador admite que a exibição de ontem esteve abaixo. “Tivemos pegada, mas a determinação faltou um pouco. Precisamos também mais atenção, porque dá para sair de lá com a classificação. Não está nada resolvido”, bradou.

Apesar de reconhecer a boa marcação do adversário, Léo Carvalho considerou o Metropolitano “time normal”. “No mesmo nível de Marcílio e Juventude”, disse.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Ramalhão fica no empate com Metropolitano

Time teve atuação discreta e não saiu do 0 a 0;
jogo da volta será neste domingo, em Blumenau

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

02/09/2013 | 07:00


Não foi bom resultado. Tampouco, placar para se lamentar profundamente. O empate sem gols entre Santo André e Metropolitano, ontem à tarde, no Estádio Bruno Daniel, pela primeira partida das oitavas de final do Brasileiro da Série D, faz com que o Ramalhão jogue por uma bola no confronto da volta, domingo, em Blumenau. Isso porque qualquer empate, desde que seja com gols, dá a vaga ao time andreense. Resultado igual leva a definição aos pênaltis.

A equipe titular ramalhina teve como novidade o atacante Romário, contratado na sexta-feira por empréstimo junto ao Mogi Mirim, substituindo Müller, suspenso. Nas demais posições, o time era o mesmo que venceu de maneira aguerrida e determinada o Marcílio Dias, na semana passada.

Ontem, porém, o que se viu foi um time certas vezes apático e que, sobretudo, teve muitas dificuldades para superar a forte marcação adversária.

O Santo André deveria ter aproveitado o bom começo para abrir o placar. Logo aos 40 segundos, Élvis cruzou e Romário cabeceou por sobre o gol. Aos cinco, Felipe Cordeiro cobrou falta em direção da área, Fubá desviou e Dida espalmou para o lado.

Aos poucos, porém, os catarinenses se organizaram e neutralizaram as jogadas pelo meio campo andreense. Assim, Élvis e Ramalho tinham muita dificuldade para servir Romário e Chico. Em contrapartida, a defesa mostrava-se bem posicionada e no único vacilo viu Maurinho cruzar e Jones desviar à direita do gol.

Antes do intervalo, porém, o péssimo gramado do Bruno Daniel ajudou o Santo André. Aos 45, após enfiada de bola, Maurinho penetrou livre pela diagonal, bateu cruzado, mas a bola caprichosamente saiu, rente ao poste direito.

Para a segunda etapa, Paulo Roberto tentou na base da conversa fazer com que o time recuperasse o controle. Mas não surtiu efeito. Aos nove, após nova enfiada, Diego Torres isolou. Foi a gota d’água para o comandante sacar Élvis e Fubá e lançar Juninho Silva e Eduardinho.

O Santo André melhorou, conseguiu manter mais posse de bola, mas o excesso de passes errados facilitava a vida do adversário, que aos 20 chegou em novo arremate de Diego Torres, defendido por Adilson. Aos 28, o meia do Metropolitano tentou de novo, em cabeçada, mas parou no arqueiro andreense.

Na única chance da parcial, Eduardinho recebeu na entrada da área e bateu colocado, rente a trave. Mas no final, os catarinenses partiram para cima, encurralaram o Ramalhão e o empate até ficou mesmo de bom tamanho.

Mistura de lamentação e celebração

Misto de insatisfação pelo empate em casa sem gols com o Metropolitano, mas alívio pelo fato de a defesa não ter sido vazada.

Assim estava o semblante e o discurso dos jogadores do Santo André após deixarem o vestiário do Estádio Bruno Daniel, ontem à tarde. Segundo os atletas, o time tem tudo para trazer de Blumenau a vaga para as quartas de final da Série D.

“O trabalho foi bem desenvolvido durante a semana, mas tem jogo que é assim. O importante mesmo é que não sofremos gol. Eles vão ter de sair para o jogo lá, então também estão preocupados com esse resultado. Se a gente fizer um, eles têm que fazer dois”, destacou o lateral-esquerdo Léo Carvalho.

Em comparação ao jogo da semana passada, contra o Marcílio Dias, o jogador admite que a exibição de ontem esteve abaixo. “Tivemos pegada, mas a determinação faltou um pouco. Precisamos também mais atenção, porque dá para sair de lá com a classificação. Não está nada resolvido”, bradou.

Apesar de reconhecer a boa marcação do adversário, Léo Carvalho considerou o Metropolitano “time normal”. “No mesmo nível de Marcílio e Juventude”, disse.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;