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INSS de Mauá peca no
atendimento da triagem

Agência tem boa estrutura e servidores atenciosos, mas 1º contato com usuário deixa a desejar


Yara Ferraz Especial para o Diário

28/06/2013 | 07:00


 Falta de informação é a principal queixa dos contribuintes que procuram o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) de Mauá. O funcionário que distribui as senhas, apesar de perguntar o problema, não presta esclarecimento ao usuário, que é encaminhado para o atendimento para resolver questões simples. Por outro lado, a unidade tem rapidez no atendimento, boa estrutura e filas pequenas.

O ponto positivo para os mauaenses é que, após pegar a senha, a espera dura em média 20 minutos – tempo curto, se considerados os demais órgãos da região, onde o prazo pode superar uma hora, como em São Bernardo. E ao chegar no atendimento o funcionário se mostra atencioso e esclarece todas as dúvidas do usuário, com a entrega da lista com os documentos necessários para o serviço. A agência só registra longa fila de espera na parte da manhã, sendo que após às 9h, o atendimento é tranquilo.

Uma segurada, que preferiu não se identificar, foi buscar informações na agência sobre pagamento de imposto e elogiou a unidade. “Tirei a minha aposentadoria por idade aqui e foi muito rápido, mesmo eu não tendo agendado pelo telefone. Gosto dessa agência. Os funcionários são atenciosos”, afirmou.

Outra segurada, que já estava aposentada por idade, também foi buscar informação na agência a respeito de pensão após a morte do marido. “Sempre venho aqui quando quero saber algo, não gosto de perguntar nada por telefone e não tenho acesso ao computador. Pessoalmente é mais fácil.”

Não havia pessoas em pé esperando, porém, apesar da boa conservação da agência, o apoio para os braços das cadeiras estava desgastado. O banheiro estava limpo, mas não havia sabonete, espelho e papel para secar as mãos, além do suporte para sabonete estar quebrado. O INSS justificou que o abastecimento de produtos de higiene nos banheiros é feito diariamente em todas as agências, mas há ocorrência frequente de furtos desses itens e vandalismo no caso dos espelhos, suportes e assentos sanitários.

 

RIBEIRÃO PIRES - A menor agência do INSS no Grande ABC, a unidade de Ribeirão Pires é destaque no quesito atendimento. Com dois guichês, a unidade não registra fila na triagem e já no primeiro contato os funcionários esclarecem as dúvidas em relação ao benefício. Folhetos de informação e uma lista com os documentos necessários também são fornecidos ao usuário. A espera dura, em média, apenas cinco minutos. Além disso, a sala para aguardar atendimento está em perfeito estado de conservação.

Uma usuária, que preferiu não se identificar, saiu feliz por ter sido atendida rapidamente após agendar o benefício por telefone. “Entreguei os papéis para a minha aposentadoria e foi tudo muito rápido, agora é só esperar para dar tudo certo”, afirmou.

Indagado sobre se havia a formação de filas em outro horário (a equipe do Diário esteve no local por volta da hora do almoço), um funcionário da agência afirmou que o local é sempre vazio e os atendimentos rápidos. “Aqui é tranquilo o dia inteiro. As pessoas preferem vir de manhã, mas se só der para vir à tarde, o atendimento também não demora.

ACESSIBILIDADE - Apesar de levar mais tempo para o atendimento, a agência de Mauá é elogiada em relação à preparação dos funcionários para a acessibilidade. Um deles acompanhou um deficiente visual, desde a entrada na agência até pegar a senha e o mesmo ser levado ao guichê.

Nas duas unidades há a presença de pisos baixos que facilitam o acesso a banheiros para deficientes físicos. Porém, não havia cadeiras de rodas em locais visíveis. A assessoria de comunicação do INSS informou que elas existem e ficam nas dependências internas das agências, para uso nos momentos de necessidade de locomoção de pessoas idosas ou com deficiência.

Os bebedouros também não são adaptados, a altura dos que estão presentes nas agências dificulta os usuários de cadeira de rodas. A assessoria respondeu que os funcionários oferecem copos descartáveis às pessoas com necessidades especiais, para que possam usar esse equipamento.



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INSS de Mauá peca no
atendimento da triagem

Agência tem boa estrutura e servidores atenciosos, mas 1º contato com usuário deixa a desejar

Yara Ferraz Especial para o Diário

28/06/2013 | 07:00


 Falta de informação é a principal queixa dos contribuintes que procuram o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) de Mauá. O funcionário que distribui as senhas, apesar de perguntar o problema, não presta esclarecimento ao usuário, que é encaminhado para o atendimento para resolver questões simples. Por outro lado, a unidade tem rapidez no atendimento, boa estrutura e filas pequenas.

O ponto positivo para os mauaenses é que, após pegar a senha, a espera dura em média 20 minutos – tempo curto, se considerados os demais órgãos da região, onde o prazo pode superar uma hora, como em São Bernardo. E ao chegar no atendimento o funcionário se mostra atencioso e esclarece todas as dúvidas do usuário, com a entrega da lista com os documentos necessários para o serviço. A agência só registra longa fila de espera na parte da manhã, sendo que após às 9h, o atendimento é tranquilo.

Uma segurada, que preferiu não se identificar, foi buscar informações na agência sobre pagamento de imposto e elogiou a unidade. “Tirei a minha aposentadoria por idade aqui e foi muito rápido, mesmo eu não tendo agendado pelo telefone. Gosto dessa agência. Os funcionários são atenciosos”, afirmou.

Outra segurada, que já estava aposentada por idade, também foi buscar informação na agência a respeito de pensão após a morte do marido. “Sempre venho aqui quando quero saber algo, não gosto de perguntar nada por telefone e não tenho acesso ao computador. Pessoalmente é mais fácil.”

Não havia pessoas em pé esperando, porém, apesar da boa conservação da agência, o apoio para os braços das cadeiras estava desgastado. O banheiro estava limpo, mas não havia sabonete, espelho e papel para secar as mãos, além do suporte para sabonete estar quebrado. O INSS justificou que o abastecimento de produtos de higiene nos banheiros é feito diariamente em todas as agências, mas há ocorrência frequente de furtos desses itens e vandalismo no caso dos espelhos, suportes e assentos sanitários.

 

RIBEIRÃO PIRES - A menor agência do INSS no Grande ABC, a unidade de Ribeirão Pires é destaque no quesito atendimento. Com dois guichês, a unidade não registra fila na triagem e já no primeiro contato os funcionários esclarecem as dúvidas em relação ao benefício. Folhetos de informação e uma lista com os documentos necessários também são fornecidos ao usuário. A espera dura, em média, apenas cinco minutos. Além disso, a sala para aguardar atendimento está em perfeito estado de conservação.

Uma usuária, que preferiu não se identificar, saiu feliz por ter sido atendida rapidamente após agendar o benefício por telefone. “Entreguei os papéis para a minha aposentadoria e foi tudo muito rápido, agora é só esperar para dar tudo certo”, afirmou.

Indagado sobre se havia a formação de filas em outro horário (a equipe do Diário esteve no local por volta da hora do almoço), um funcionário da agência afirmou que o local é sempre vazio e os atendimentos rápidos. “Aqui é tranquilo o dia inteiro. As pessoas preferem vir de manhã, mas se só der para vir à tarde, o atendimento também não demora.

ACESSIBILIDADE - Apesar de levar mais tempo para o atendimento, a agência de Mauá é elogiada em relação à preparação dos funcionários para a acessibilidade. Um deles acompanhou um deficiente visual, desde a entrada na agência até pegar a senha e o mesmo ser levado ao guichê.

Nas duas unidades há a presença de pisos baixos que facilitam o acesso a banheiros para deficientes físicos. Porém, não havia cadeiras de rodas em locais visíveis. A assessoria de comunicação do INSS informou que elas existem e ficam nas dependências internas das agências, para uso nos momentos de necessidade de locomoção de pessoas idosas ou com deficiência.

Os bebedouros também não são adaptados, a altura dos que estão presentes nas agências dificulta os usuários de cadeira de rodas. A assessoria respondeu que os funcionários oferecem copos descartáveis às pessoas com necessidades especiais, para que possam usar esse equipamento.

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