Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 2 de Abril

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Governistas reclamam de falta de espaço


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

24/06/2013 | 07:15


Vereadores recém-integrados na base do governo Carlos Grana (PT), em Santo André, mostram insatisfação com o fato de não terem, até agora, sido contemplados com cargos no Paço e reclamam, nos bastidores, sobre a falta de espaço prometido. Os novos aliados do PT já deram sinais de descontentamento, provocando o adiamento de projetos considerados importantes pelo Executivo, como da concessão de jazigos e da proposta de reforma de 320 imóveis em Paranapiacaba.

Outro item prorrogado é o de desconto de 50% para aposentados na cobrança da taxa do lixo. Anteriormente, havia questionamentos sobre a demora no envio do material por parte do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André). Protocolado há três semanas pela autarquia, o projeto, apesar de ser retroativo a 1º de abril, não entrou na ordem do dia. Alguns ainda cogitam convidar o superintendente Sebastião Ney Vaz Júnior para prestar esclarecimentos.

A gestão petista iniciou a legislatura com sete parlamentares na bancada de sustentação. Hoje dobrou de número, incluindo as adesões de PDT (2), PMDB (2), PTdoB (2) e de maneira isolada o vereador Toninho de Jesus (DEM). Com os votos agregados, o grupo consegue aprovar qualquer tipo de proposta no Legislativo. Diante do impasse, a ala impõe empecilhos nas matérias. Apesar disso, no momento, ninguém ameaça deixar a raia governista por conta do problema interno.

Há pressão velada sobre o governo, que não deu satisfação relacionada à situação. Mesmo com maioria, existe receio do Paço de que as matérias sofram derrotas na Câmara em caso de entrar para votação em plenário.
No meio político, o cenário colocado é que cada vereador situacionista possui uma cota financeira ao declarar publicamente o apoio ao Paço. Essa margem giraria em torno de R$ 30 mil por mês revertidos em cargos indicados, o que abrange, inclusive, a contratação de comissionados para atuar em ONGs.
 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Governistas reclamam de falta de espaço

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

24/06/2013 | 07:15


Vereadores recém-integrados na base do governo Carlos Grana (PT), em Santo André, mostram insatisfação com o fato de não terem, até agora, sido contemplados com cargos no Paço e reclamam, nos bastidores, sobre a falta de espaço prometido. Os novos aliados do PT já deram sinais de descontentamento, provocando o adiamento de projetos considerados importantes pelo Executivo, como da concessão de jazigos e da proposta de reforma de 320 imóveis em Paranapiacaba.

Outro item prorrogado é o de desconto de 50% para aposentados na cobrança da taxa do lixo. Anteriormente, havia questionamentos sobre a demora no envio do material por parte do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André). Protocolado há três semanas pela autarquia, o projeto, apesar de ser retroativo a 1º de abril, não entrou na ordem do dia. Alguns ainda cogitam convidar o superintendente Sebastião Ney Vaz Júnior para prestar esclarecimentos.

A gestão petista iniciou a legislatura com sete parlamentares na bancada de sustentação. Hoje dobrou de número, incluindo as adesões de PDT (2), PMDB (2), PTdoB (2) e de maneira isolada o vereador Toninho de Jesus (DEM). Com os votos agregados, o grupo consegue aprovar qualquer tipo de proposta no Legislativo. Diante do impasse, a ala impõe empecilhos nas matérias. Apesar disso, no momento, ninguém ameaça deixar a raia governista por conta do problema interno.

Há pressão velada sobre o governo, que não deu satisfação relacionada à situação. Mesmo com maioria, existe receio do Paço de que as matérias sofram derrotas na Câmara em caso de entrar para votação em plenário.
No meio político, o cenário colocado é que cada vereador situacionista possui uma cota financeira ao declarar publicamente o apoio ao Paço. Essa margem giraria em torno de R$ 30 mil por mês revertidos em cargos indicados, o que abrange, inclusive, a contratação de comissionados para atuar em ONGs.
 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;