Aposentado O inglês David Beckham, que anunciou sua aposentadoria para o fim desta temporada, recebeu nesta quinta-feira elogios de ex-companheiros, jogadores, dirigentes, da imprensa britânica e até mesmo do primeiro-ministro David Cameron.
Beckham, de 38 anos, "foi um jogador extraordinário durante sua carreira, mas também um brilhante embaixador para seu país", disse um porta-voz de Cameron.
O próprio primeiro-ministro comentou através de sua conta no Twitter que o ex-jogador, "viverá na memória de todos os torcedores por suas mágicas cobrança de faltas".
O jogador inglês também foi elogiado pelo presidente da Fifa, Joseph Blatter. "David Beckham, uma das figuras mais icônicas do futebol global, se aposenta. É o final do capítulo de uma história assombrosa", disse o dirigente.
Para Blatter, "David cresceu como um garoto adorável e realizou seus sonhos. É inquestionável que inspirou milhões de meninos e meninas. Seja qual for a que escolha dele a partir de agora, enfrentará com a mesma dedicação e estilo dos últimos 21 anos", disse o presidente da Fifa.
Segundo o jornal britânico "The Mirror", o ex-capitão do 'English Team' "contribuiu para fazer do futebol o novo 'rock and roll', transformou uma nova geração de fanáticos no esporte".
O presidente da Federação inglesa (FA), David Bernstein, lamentou a aposentadoria de Beckham, qualificando-a como uma "perda para o futebol", enquanto o ex-técnico da Inglaterra Steve McClaren descreveu o jogador como "um homem com uma personalidade inspiradora".
Seu antigo companheiro no Manchester United Gary Neville afirmou que Beckham era diferente dos demais, porque "sabia cruzar a bola, fazer passes e era magnífico jogando".
"Foi provavelmente o jogador mais influente da Inglaterra, seu impacto foi enorme", sustentou Gary, que iniciou a carreira profissional no Manchester, ao lado de Beckham.
O jornal britânico "The Guardian" lembrou que Beckham foi "um dos jogadores mais populares do Real Madrid" entre 2003 e 2007. Para a publicação, o inglês será "lembrado com especial carinho na Espanha" por sua capacidade de trabalho durante a era dos "galáticos" no Real Madrid.
"Era educado e digno, respeitoso. Ficava no meio-campo e aplaudia os torcedores no final de cada jogo, quando seus companheiros já estavam no vestiário", afirma o jornal.
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