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Padre do caso Cressoni é agredido


Beto Silva e João Guimarães
Do Diário do Grande ABC

10/12/2007 | 07:29


O padre da paróquia Nossa Senhora Aparecida, em São Caetano, Geraldo Vicente Voltolini, 72 anos, foi assaltado e agredido em sua residência na noite de sábado. O religioso ficou conhecido na mídia após ter seu nome envolvido no caso Cressoni. Voltolini chegou a ser internado em um hospital da cidade, mas foi transferido para uma nova unidade, cujo endereço é mantido sob sigilo.

O caso aconteceu por volta das 21h30, quando três rapazes renderam o funcionário da paróquia, Cláudio Benetti. Eles pediram ao refém para que fossem levados à casa paroquial, onde reside Voltolini. Presente no local, a sobrinha do padre, Elizabeth Maria Voltolini, abriu a porta sem desconfiar do que estava acontecendo. Ao entrar, os bandidos renderam os três dentro da casa do pároco.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado no DP Sede da cidade, os três foram amarrados e amordaçados por cerca de uma hora. Tempo em que os bandidos permaneceram no local. Segundo se apurou, pouco antes de fugir, um dos assaltantes desferiu coronhadas nas costas do religioso – o boletim cita apenas uma.

Entre os pertences levados estavam R$ 7 mil em dinheiro, sendo R$ 3 mil oriundos do dízimo da igreja e o restante do religioso. Os criminosos também roubaram um revólver calibre 38 da marca Taurus. De acordo com o boletim de ocorrência, a arma estava no nome de Voltolini.

Os bandidos levaram, também, o porte de armas que o padre possuía. Além disso, os criminosos carregaram o computador de Voltolini, seu anel de ouro, dois relógios, três aparelhos telefônicos e os celulares da sobrinha e de Benetti. O veículo do funcionário da igreja, um Volkswagen Fox, também foi levado. A polícia já possui alguma descrição dos três rapazes. As investigações policiais seguirão nesta semana.

Saúde - O padre deu entrada às 21h de sábado no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Caetano. Foi encaminhado para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva), onde recebeu medicação e ficou sob observação até as 16h.

Depois disso, a pedido da família, foi levado por seu médico particular José Luiz Ghiotto para um local sigiloso, não informado pela direção do hospital. Durante o período de sete horas em que permaneceu na unidade, padre Geraldo estava com o estado de saúde estável.

De acordo com informações de funcionários do hospital, o religioso não tinha marcas de agressão. A internação foi decorrente da elevação de sua pressão arterial.

Três padres estiveram no hospital: Gino e Alex, que conversaram com o religioso, e o padre Rodrigo. Segundo o padre Alex, Geraldo estava bem, acordado e conversando normalmente.



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