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Vendas de material crescem na volta às aulas


Hugo Cilo
Do Diário do Grande ABC

30/07/2005 | 08:17


O comércio de materiais escolares na região comemora crescimento superior a 15% nas vendas neste mês, em comparação a julho do ano passado, enquanto as escolas se preparam para a volta às aulas nesta segunda-feira. Livrarias, papelarias e lojas de confecção de uniformes reforçaram antecipadamente os estoques - já prevendo um crescimento nas vendas - e se deram bem.

As duas maiores redes varejistas de materiais escolares em atuação no Grande ABC, Nivaldir e Kalunga, afirmam que a chamada voltinha às aulas - segundo melhor período do segmento, responsável por 20% de todo o faturamento do ano - reagiu acima do esperado nas duas últimas semanas, e deve apresentar expansão de até 18% no balanço do período, já que o maior volume de vendas costuma ser durante a primeira semana de agosto, com as aulas já em andamento.

No entanto, a época de maior volume de vendas é de janeiro a março, que responde por cerca de 70% do total do faturamento anual. O setor de material escolar movimentou no ano passado, em todo o país, cerca de R$ 4 bilhões, em 25 mil papelarias.

"Os pais esperam os filhos voltarem às aulas para comprar só aquilo que é realmente necessário. Acabou a fase de comprar tudo o que vê, ainda mais em meio de ano, quando grande parte do material já foi comprado. Por isso, a 'semana D' geralmente começa junto com as aulas", diz Élvio Antônio Francisco, gerente da Nivaldir, em Santo André.

Segundo ele, a expansão de 12% a 15% nas vendas da loja em julho contou com a colaboração de novas linhas de produtos - inspiradas em filmes e desenhos - além das novidades da marca Hello Kitty. "Esses produtos vendem muito em determinadas épocas. É igual à moda de roupas. Algumas linhas colaboram para impulsionar as vendas e o faturamento", completa o gerente.

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A Kalunga informou que os preços nesse ano estão iguais ou mais baratos que em julho do ano passado. "A maioria das linhas estão com preços estáveis. Alguns artigos, inclusive, estão mais baratos", acrescenta Alves.

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O Atacadão Jandaia, que fabrica e comercializa linha completa de material escolar, reduziu as cotas de exportação de olho no crescimento da demanda interna. A volta às aulas deve registrar na companhia, segundo o diretor comercial, Ricardo Bignardi, aumento médio de 20% no faturamento e de 30% no volume de vendas em relação a julho do ano passado.

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Festival do Chocolate termina neste domingo de olho na edição 2006\r\n

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Clarissa Cavalcanti<Br>Do Diário do Grande ABC\r\n

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O 1º Festival de Chocolate de Ribeirão Pires termina neste final de semana e deve superar todas as expectativas. Os organizadores já esperam que o volume de negócios seja maior do que os R$ 700 mil previstos e o público deve ser superior a estimativa inicial de 100 mil pessoas.

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O Prefeito de Ribeirão Pires, Clóvis Volpi, acredita que o movimento deste final de semana deve ser grande por ser o último e que o evento já é um sucesso de público e vendas. "Estamos muito satisfeitos e por isso começamos a planejar o festival do próximo ano que será maior e com mais atrações." ",1]);//-->

A Kalunga - rede de papelaria, materiais de escritório e informática, que mantém duas lojas no Grande ABC, em Santo André e São Bernardo - contabiliza expansão de 15% nas vendas do mês no confronto com o mesmo período de 2004. "O setor de papelaria deu uma boa acelerada, principalmente os produtos mais populares: cadernos, canetas e lápis de todos os tipos. Mas os artigos mais caros, como bolsas e mochilas, têm vendas concentradas em começo de ano", diz Antônio Alves, gerente da Kalunga, em São Bernardo.

A Kalunga informou que os preços nesse ano estão iguais ou mais baratos que em julho do ano passado. "A maioria das linhas estão com preços estáveis. Alguns artigos, inclusive, estão mais baratos", acrescenta Alves.

O Atacadão Jandaia, que fabrica e comercializa linha completa de material escolar, reduziu as cotas de exportação de olho no crescimento da demanda interna. A volta às aulas deve registrar na companhia, segundo o diretor comercial, Ricardo Bignardi, aumento médio de 20% no faturamento e de 30% no volume de vendas em relação a julho do ano passado.



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