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Padre ligado a João Paulo II é suspenso por colaborar com comunismo


Da AFP

07/05/2005 | 10:23


O padre Konrad Hejmo, que trabalhava próximo ao papa João Paulo II, foi suspenso neste sábado de "duas a três semanas" pela ordem à qual pertence, a dos Padres Dominicanos, por ser suspeito de ter colaborado com o antigo serviço de segurança comunista da Polônia.

"O padre Hejmo não é um espião, só alguém que falou muito, de maneira muito aberta e irresponsável, o que o fez dar informações aos serviços secretos comunistas", disse o padre Maciey Zieba, da ordem dos dominicanos poloneses.

"Por essa razão, decidimos suspendê-lo durante duas ou três semanas, durante as quais continuaremos estudando os documentos do instituto Polonês sobre os crimes do comunismo e do nazismo", acrescentou Zieba.

No fim de abril, o Instituto da Memória Nacional, que investiga os crimes nazistas e comunistas na Polônia, acusou o padre Hejmo de ter colaborado secretamente nos anos 1980 com os serviços de segurança da Polônia comunista.

Hejmo, que dirigia o centro de recepção de peregrinos poloneses em Roma, Corda Cordi, estava em contato freqüente com o entorno polonês de João Paulo II.



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Padre ligado a João Paulo II é suspenso por colaborar com comunismo

Da AFP

07/05/2005 | 10:23


O padre Konrad Hejmo, que trabalhava próximo ao papa João Paulo II, foi suspenso neste sábado de "duas a três semanas" pela ordem à qual pertence, a dos Padres Dominicanos, por ser suspeito de ter colaborado com o antigo serviço de segurança comunista da Polônia.

"O padre Hejmo não é um espião, só alguém que falou muito, de maneira muito aberta e irresponsável, o que o fez dar informações aos serviços secretos comunistas", disse o padre Maciey Zieba, da ordem dos dominicanos poloneses.

"Por essa razão, decidimos suspendê-lo durante duas ou três semanas, durante as quais continuaremos estudando os documentos do instituto Polonês sobre os crimes do comunismo e do nazismo", acrescentou Zieba.

No fim de abril, o Instituto da Memória Nacional, que investiga os crimes nazistas e comunistas na Polônia, acusou o padre Hejmo de ter colaborado secretamente nos anos 1980 com os serviços de segurança da Polônia comunista.

Hejmo, que dirigia o centro de recepção de peregrinos poloneses em Roma, Corda Cordi, estava em contato freqüente com o entorno polonês de João Paulo II.

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