No CGA ficam reunidos agentes que atuam nos aeroportos, tanto do setor privado quanto do público. Ficam aí, por exemplo, representantes da Infraero, Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Polícia Federal, Receita Federal, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e empresas aéreas.
Segundo explicou o presidente da Infraero, Gustavo do Vale, cada CGA implica em investimento de aproximadamente R$ 1 milhão. Cada um desses núcleos permite que os agentes ganhem agilidade na resolução de problemas, gerando com isso ganhos por meio da maior eficiência nas operações. "Promove ganho de produtividade em todo o aeroporto", diz Vale. A vantagem do CGA é reunir em um só ponto os vários agentes que, até então, trabalhavam espalhados pelo aeroporto.
O sistema conta ainda com uma rede de câmeras posicionadas em locais estratégicos, permitindo acompanhar em tempo real o movimento no terminal. Isso reduz o tempo da identificação de um problema e a implantação de soluções. O próximo CGA será instalado no aeroporto de Recife, informou o presidente da Infraero.
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