
O representante comercial americano (USTR), Jamieson Greer, afirmou que a ação tomada hoje pelo governo americano começará a "corrigir o que é tanto uma violação dos direitos humanos quanto uma prática comercial distorcida, visando melhorar o bem-estar dos trabalhadores em todo o mundo".
A fala citada em comunicado do USTR ocorre após o departamento anunciar a imposição de tarifas de 10% ou 12,5% a 60 parceiros comerciais, sujeita a certas isenções de produtos, por falha em impor e aplicar efetivamente uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado.
"Os Estados Unidos têm uma proibição de importação de produtos com trabalho forçado há quase um século e a aplicam rigorosamente; já passou da hora de nossos parceiros comerciais fazerem o mesmo", disse Greer no comunicado.
"Estou encorajado pelos parceiros comerciais que agiram rapidamente para adotar proibições de importação de produtos com trabalho forçado e espero garantir sua aplicação efetiva", afirmou.
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