Canal 1
FOTO: Divulgação

A compra de todos os jogos da Copa 2026 pela CazéTV vai além de um simples negócio, não só pelos resultados conquistados, mas também pelos sinais que serão significativos nesses próximos tempos.
O primeiro deles comprova que as plataformas digitais deixaram de ser coadjuvantes. Hoje, elas concorrem e podem efetivamente vencer a concorrência na briga dos maiores eventos esportivos do mundo. Isso muda a forma como FIFA, confederações e demais detentores de direitos passam a negociar seus produtos.
Segundo, acaba de vez com a ideia de que apenas as grandes redes de televisão têm capacidade para sustentar uma operação dessa dimensão.
A CazéTV mostrou que é possível montar um modelo apoiado em publicidade, na distribuição multiplataforma e em parcerias, ampliando o alcance do conteúdo produzido.
Ao mesmo tempo, a experiência também evidenciou pontos que precisam ser corrigidos. O excesso de comentaristas em algumas transmissões, a disputa pela palavra, muita gritaria e uma maior objetividade, além de ajustes técnicos e de ritmo, são aspectos naturais para quem assumiu uma operação dessa escala. O crescimento também exige amadurecimento editorial.
Mas a maior das lições, com toda certeza, é que a partir de agora, a disputa pelos direitos esportivos dificilmente voltará a ser só entre televisão aberta e TV paga apenas. O jogo passou a incluir, em igualdade de condições, plataformas digitais, streamings e novos modelos de distribuição.
A Copa de 2026 será lembrada justamente como a competição que consolidou essa nova realidade.
TV Tudo
Triste realidade
Nunca uma Copa do Mundo teve do rádio, uma cobertura tão apagada e insignificante como a de agora. E isso de forma geral. Foi só um arrozinho com feijão, ainda assim mal temperado, sem nada a oferecer a mais, nem de diferente ou à frente das outras mídias. Ou se reinventa ou morre.
Autor desconhecido
Somente o recorte da rede social não permitiu identificar seu autor, mas foi enorme a sua precisão ao analisar o torcedor de futebol atual, mesmo entre aqueles que só acompanham a Copa do Mundo. A tal da torcidinha intelectual. Hoje parece que existe um manual para quem você deve obrigatoriamente torcer, isto de acordo com xenofobia, colonialismo, imperialismo, visão histórica, partido político, reparação histórica... Até com a remada viking foram implicar. Seria até uma loucura, não fosse tão chato demais.
Outra coisa
O jornalismo, especialmente esse nosso da TV, está numa fase de tantas mentiras e invencionices, que se você escrever o certo e verdadeiro, estará cometendo o perjúrio de estar desmentindo alguém. Então como fica? A ordem agora é enganar? Sair caçando clique e repercussão? Já vivi outros tempos.
Leviandade
É preciso ter muito claro, e muita gente não tem, que as notícias intencionalmente mal dadas e falsas, podem comprometer a vida de uma pessoa e a carreira de muitas. Nunca vi tamanha irresponsabilidade. Está ficando complicado demais para quem trabalha sério. Que fase horrorosa.
Lição permanente
Renato Machado costumava dizer que o telejornalismo era um aprendizado diário. Em um depoimento ao Memória Globo, resumiu a profissão como um permanente acúmulo de conhecimento, da apuração ao texto, passando pela técnica e pelo trabalho em equipe. Aos 83 anos, deixa uma carreira que confirma exatamente esse pensamento. Foi um dos jornalistas que melhor compreenderam que credibilidade se constrói todos os dias – e nunca se considera pronta.
Cronograma adiantado
Pessoal da Fazenda, diferentemente de outras temporadas, não terá a correria das outras vezes, para as obras e decoração necessárias da casa. Já está quase tudo pronto. Embora na mesma área, a Casa do Patrão foi construída em outro lugar.
Formato definido
A Record definiu Amor em Ruínas terá 35 capítulos, distribuídos ao longo de dez semanas de exibição. Inspirada na história do profeta Oseias, a produção aposta em um drama sobre fé, perdão, redenção e reconstrução emocional. Escrita por Cristiane Cardoso e equipe, tem no elenco nomes como Sergio Marone, Luiza Tomé, Dalton Vigh, Iran Malfitano, Sidney Sampaio, Larissa Maciel, Letícia Laranja e Pedro Cassiano.
Bate-Rebate
A versão brasileira do musical Percy Jackson – O Ladrão de Raios estreia no dia 10 de outubro, no Teatro Liberdade, em São Paulo.
No elenco, Marianna Alexandre, João Lucas, Fernando Caruso, Thales Cesar, Rodrigo Filgueiras e Nicole Luz.
Muito do que a Globo vai mexer no seu esporte, vai passar pelos comentaristas de futebol.
Segundo se comenta, algumas apostas não deram o resultado esperado.
A terceira temporada do Descosturando com Herchcovitch estreia em 6 de agosto no E!, com as participações de Karol Conká e Márcia Pantera.
A proposta permanece a mesma: transformar histórias pessoais em criações de moda, reforçando conceitos de sustentabilidade, identidade e reaproveitamento.
O Multishow deu início às gravações de Todo Santo Ajuda, nova série de humor para estrear ainda este ano.
Em seu elenco, Luiz Salem, Flávia Reis, Flávio Bauraqui, Luana Xavier, João Pimenta, Luisa Perisse, Pedro Ottoni e Manu Morelli. Direção de Gigi Soares.
C’est fini
O SporTV 3 e a GE TV estão transmitindo o Ultimate Tennis Show, que vai até amanhã no Maracanãzinho, que reúne oito grandes tenistas, entre eles, o nosso João Fonseca. Narração do Eusebio Resende o, comentários de Joana Cortez e reportagem de Domingos Venâncio. Então é isso. Mas segunda tem mais. Tchau!
Colaborou Luiz Henrique Oliveira
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