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Meia da Inglaterra admite ser duro parar Haaland, mas dá a receita: 'Impedir que a bola chegue'

08/07/2026 | 19:55
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 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Morgan Rogers é um dos responsáveis por fazer a bola chegar em Harry Kane na seleção da Inglaterra. Deixar seu artilheiro em condições de marcar significa dar passo grande para uma vitória. Pensando no duelo das quartas de final, o jogador sabe que do outro lado a arma da Noruega é letal da mesma grandeza, com o goleador Haaland.

E parar o camisa 9 adversário se tornou uma missão da qual ele reconhece ser complicada. Artilheiro da Premier League defendendo o Manchester City e acostumado a encarar todos os defensores ingleses, Haaland 'conhece o caminho' das redes e traz enorme preocupação aos ingleses para as quartas de final. Reconhecendo ser difícil parar o grandalhão, Rogers prega combate na origem das jogadas.

"Alguém já conseguiu parar Erling Haaland? Não tenho certeza, mas vamos ter de tentar", disse, em descontraída coletiva nesta quarta-feira, na qual teve de responder perguntas até do companheiro Djed Spence. Brincadeiras à parte, o jogador mostrou seriedade ao avaliar os perigos noruegueses.

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"Acho Haaland um jogador inacreditável, as coisas que ele faz, seus números... Você fica impressionado com o quão bom ele é e o nível em que está", elogiou, antes de determinar a tática inglesa. "Talvez tenhamos de tentar mudar a forma como eles jogam, trabalhar nesses aspectos e impedir que a bola chegue até ele, pois é muito letal na frente do gol."

Rogers destacou, ainda, que nada adianta neutralizar Haaland e esquecer dos demais adversários livres. "Precisamos saber disso, não se trata apenas dele. A Noruega tem outros bons jogadores que enfrentamos regularmente na Premier League e dos quais precisamos ter cuidado."

Sobre o momento da equipe, ressalta a grandeza do triunfo por 3 a 2 sobre o México em um Azteca lotado e espera continuar criando "memórias" positivas na seleção inglesa. "A vontade de fazer mais e tentar novamente é o maior desafio, mas acho que é um desafio que anima muito este grupo. Para muitos de nós, este será o jogo mais importante em que já estivemos envolvidos, especialmente em uma Copa do Mundo, dadas as circunstâncias", disse.

"E essa é a melhor coisa do futebol. Você sempre pode melhorar em algo, nunca é o produto final ou o fim de nada, porque há um jogo logo em seguida que nos apresentará desafios diferentes", frisou. "Teremos de nos superar de uma maneira diferente, seja jogando de forma diferente ou qualquer outra coisa que isso signifique, temos outro desafio pela frente e essa é a parte emocionante de ser jogador de futebol, nunca acaba, nunca é o fim."




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