
O Departamento de Estado dos EUA voltou a pressionar a China a entrar em negociações "relevantes" de controle de armas, em uma linha alinhada ao apelo do presidente americano Donald Trump para que Pequim participe deste tipo de diálogo.
Segundo a pasta, Washington mantém esforços para levar a China à mesa de negociações, enquanto cresce a preocupação com a modernização militar chinesa. A declaração ocorre após relatos de que a China lançou um míssil balístico com capacidade nuclear no Oceano Pacífico, episódio citado pelo Departamento de Estado como parte do contexto que reforça a necessidade de conversas sobre estabilidade estratégica e redução de riscos.
Trump também reiterou publicamente que a China deveria integrar as tratativas de controle de armas. Pequim, até agora, tem resistido a se comprometer com acordos em moldes semelhantes aos firmados entre Estados Unidos e Rússia.
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