Editorial Enquanto a Copa do Mundo se desenrola nos Estados Unidos, Canadá e México, uma série de jogadas de bastidores são realizadas no campo da política. A movimentação é intensa para definir nomes e as posições em que cada um concorrerá na eleição de outubro, quando serão escolhidos presidente, governadores de Estados, senadores e deputados estaduais e federais.
Embora a campanha oficialmente não tenha começado ainda, até que se realizem as convenções partidárias – entre os dias 20 de julho e 5 de agosto – todos que têm pretensões de concorrer a um dos cargos ainda são considerados pré-candidatos.
Quando os concorrentes estiverem oficialmente definidos, intensificam-se as tentativas de encantamento dos eleitores e de convencimento de que são eles as melhores opções, seja para o Executivo ou para o Legislativo.
Embora neste momento o futebol mundial domine quase todas as conversas, é importante que o eleitor já comece a se inteirar sobre as ocorrências da política, que busque se informar sobre aqueles que se colocam como possíveis concorrentes. Assim como no esporte, é preciso se preparar bem antes de entrar em campo para depois não ser surpreendido.
E, em tempos de redes sociais, internet e, principalmente IA (Inteligência Artificial), a preparação do eleitor tornou-se mais complicada. A tecnologia que veio para facilitar a vida, atualmente se presta também a desinformar.
Como em todas as eleições, este Diário levanta a bandeira do voto em candidatos do Grande ABC. Quem conhece as sete cidades tem muito mais condições de representar melhor a região do que os forasteiros, que aparecem a cada quatro anos, arrebanham votos e depois desaparecem.
Avaliar bem propostas e currículos de cada um é muito mais importante do que torcer por título no futebol. Erros impactam a vida de todos e trazem sérias condições.
Na eleição, a bola está com o cidadão. É ele quem a conduz e define o resultado do jogo.
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