
A suspensão do cartão vermelho para o atacante Folarin Balogun continua ocupando o noticiário esportivo nesta Copa do Mundo. O ex-presidente Joseph Blatter também se posicionou sobre o assunto criticou a medida adotada pela Fifa, que suspendeu a punição automática que o jogador teria de cumprir. Em suas redes sociais, o ex-dirigente condenou o episódio e afirmou que o "futebol jamais deve se tornar um terreno para o exercício de poder político", diz parte do trecho da postagem reforçando o valor das regras vigentes no esporte.
"Cartões vermelhos não são anulados por telefonemas políticos. Eles são revertidos com base em regras, evidências e decisões de órgãos independentes. Se um presidente dos EUA intervém junto ao presidente da Fifa - e um jogador é repentinamente liberado antes de um jogo de mata-mata da Copa do Mundo -, a pergunta torna-se inevitável: *Quo vadis* (Para onde vais), Fifa?"
A questão que gerou polêmica aconteceu no confronto entre Os Estados Unidos e a Bósnia, em partida válida pela segunda fase da Copa do Mundo, abrindo a etapa de partidas eliminatórias deste torneio de seleções. Folarin Balogun pisou no tornozelo de Tarik Muharemovic. O lance seguiu, mas um pedido de revisão na jogada foi feito pelo VAR, o que culminou com a exclusão do atleta.
SUPOSTA INTERFERÊNCIA DE TRUMP Segundo o jornal The New York Times, o presidente Donald Trump teria telefonado para Gianni Infantino, presidente da Fifa, pedindo a anulação do cartão ainda na quarta-feira passada, após o jogo. Seguindo o Código Disciplinar da Fifa, o atleta deveria cumprir suspensão diante da Bélgica, em partida marcada para esta segunda-feira, às 21h.
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