Personalizado Supra House lançou uma edição com colaboradores, mascote e drinks temáticos transformando os clientes em colecionadores
Celso Luiz/DGABC

Completar um álbum de figurinhas, trocar repetidas e comemorar a conquista de um cromo raro fazem parte da tradição de toda Copa do Mundo. Em São Caetano, o Supra House levou essa experiência para dentro do bar ao lançar um álbum temático com os próprios funcionários, mascote da casa e drinks inspirados no futebol. A ação já resultou em aproximadamente 100 álbuns completados e transformou clientes em verdadeiros colecionadores.
A coleção reúne a Seleção da Casinha, formada pelos colaboradores da casa, além da mascote Mandelinha. Para completar o álbum, os clientes recebem um pacote com duas figurinhas na compra dos drinks temáticos com nomes inspirados em futebol, como Gol de Placa, Hat-Trick e Camisa 10, e repetem um dos rituais mais tradicionais do Mundial: a troca de figurinhas.
Segundo o sócio-proprietário Danilo Pontes da Silva Daniel, a ideia nasceu de uma sugestão dos próprios funcionários e buscou transportar para o bar os sentimentos que cercam um Mundia. “Quando a gente fala de Copa do Mundo, fala de equipe, de grupo, fala de uma série de sentimentos. Nada melhor do que representar a Copa valorizando aquilo que a gente tem de melhor na casa, que é o nosso time, a nossa equipe”, diz.
A esposa de Danilo e também sócia-proprietária, Natchely Calvo Pereira Daniel, explica que a intenção nunca foi apenas criar uma ação promocional, mas proporcionar uma experiência aos frequentadores. “A ideia era criar uma experiência e uma memória da Copa de 2026 tendo o nosso esquadrão junto com eles. Além de clientes, a gente tem fãs da casa, e queria fortalecer essa conexão, afirma.
O projeto também reforçou o sentimento de pertencimento entre os colaboradores. Para Danilo, esse foi o principal resultado alcançado. “Os funcionários se enxergam dentro dessa história. O maior sentimento que posso representar é o pertencimento.”
Na prática, o álbum também aproximou os próprios clientes. Reinaldo José Lourenço, 25 anos, atendente conhecido como ‘Xeras’, conta que as figurinhas repetidas fizeram com que pessoas que nem se conheciam passassem a conversar. “Começou a vir bastante repetida, e os clientes passaram a trocar entre si. Gente que nem se conhecia começou a conversar mais aqui.”
O atendente lembra que a procura pelas figurinhas virou uma diversão à parte durante as noites no bar. “Quando alguém tirava a minha figurinha, eu brincava com a pessoa. Foi muito legal ver clientes procurando completar a seleção, trocando o Xeras, o Pikachu, mascote. Todo mundo entrou no clima”, revela.
O também atendente Fabio Balco, 23 anos, lembra que alguns clientes passaram a procurar figurinhas específicas dos funcionários. “Tem um cliente que só vem aqui se o Xeras está aqui. Ele consumiu quatro drinks até achar a figurinha dele. Quando conseguiu, me chamou na mesa para mostrar porque estava muito difícil de encontrar”, conta.
Edson Silva, 38 anos, chef de cozinha conhecido como ‘Pikachu’, afirma que o sucesso do álbum vai além da coleção. “Os clientes aprovam, tiram foto, postam, chegam em casa e colam as figurinhas. Eles levam uma lembrança da experiência que viveram aqui.”
Para Danilo, a repercussão superou as expectativas e mostrou que o álbum conseguiu resgatar um dos maiores símbolos da Copas do Mundo: a capacidade de reunir pessoas em torno de uma paixão em comum. “As pessoas não vieram só para tomar um drink. Elas passaram a trocar figurinhas, conversar entre as mesas e criar conexões. Essa é a principal mensagem que a Copa transmite, e foi isso que a gente quis trazer para dentro da casa.”
LEIA TAMBÉM:
Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.