Opinião
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O Poupatempo é um dos serviços mais elogiados dentre todos os que são oferecidos pela administração pública. Pesquisa realizada no ano passado aponta 98% de satisfação entre os usuários. E sua eficiência reside justamente na comodidade de ofertar vários serviços em um único local, possibilitando ao cidadão economia de tempo no momento em que precisa obter ou renovar um documento e, principalmente, livrá-lo das amarras geradas pela burocracia.
Criado em outubro der 1997, pelo então governador de São Paulo Mário Covas, o Poupatempo nasceu como um hub de atendimento, quando o termo hub sequer era utilizado. E, após a primeira unidade, instalada na Praça da Sé, na Capital, se espalhou por várias cidades do Estado e hoje oferece cerca de 400 opções de serviços aos usuários.
No Grande ABC, são cinco unidades. A primeira delas, em São Bernardo, foi instalada em 2001. Depois veio a de Diadema (2014), Santo André (2015), Mauá (2016) e Ribeirão Pires (2022). Rio Grande da Serra, embora não tenha um posto, possui um totem de atendimento.
O Poupatempo andreense, montado em um dos shoppings centers da cidade, acaba de completar 11 anos e, neste período, superou a marca de 5,7 milhões de atendimentos, sendo 150 mil deste montante nos seis primeiros meses deste ano.
Pela agilidade e aceitação do público, o Poupatempo torno-se um modelo para as administrações públicas. Em São Caetano, por exemplo, foi criado o Atende Fácil, que também reúne serviços nas esferas municipal, estadual e até federal.
Santo André implantou o Poupatempo da Saúde, cuja ideia é replicar os procedimentos do original, porém com ênfase em serviços de atendimento médico.
Colocar a maior quantidade possível de serviços em um único local, capacitar equipe de atendimento e dotar de condições técnicas para que tudo funcione é o cerne do Poupatempo. Uma ideia aparentemente simples, mas de enorme eficiência.
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